
Enquanto a maioria esmagadora da Câmara votou ao lado do povo brasileiro, 22 deputados ligados à extrema direita e setores conservadores decidiram votar contra mais descanso, dignidade e qualidade de vida para os trabalhadores. Conheça quem ficou contra a classe trabalhadora.
Pela Redação | A Voz do Povo em Tela
O Brasil viveu nesta quarta-feira, 27 de maio de 2026, uma noite histórica para a classe trabalhadora. A Câmara dos Deputados aprovou, em primeiro turno, a PEC que acaba com a escala 6×1 e reduz a jornada semanal de trabalho sem redução salarial.
A votação foi esmagadora: 472 deputados votaram a favor da proposta, enquanto apenas 22 parlamentares votaram contra o avanço dos direitos dos trabalhadores brasileiros.
A PEC construída pela deputada Erika Hilton, pelo deputado Reginaldo Lopes e apoiada pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva representa uma das maiores conquistas sociais dos últimos anos. A proposta nasce da luta popular, dos movimentos sindicais e da pressão da classe trabalhadora que há décadas sofre com jornadas exaustivas e pouco tempo para viver.
O texto prevê a redução gradual da jornada semanal para 40 horas e garante dois dias de descanso remunerado, colocando o Brasil em direção a um modelo mais humano de trabalho.
A aprovação da PEC também deixa claro quem esteve ao lado do trabalhador e quem preferiu defender os interesses dos setores mais conservadores do país.
Confira os 22 deputados que votaram contra o fim da escala 6×1:
– Adriana Ventura (NOVO-SP)
– Bibo Nunes (PL-RS)
– Carlos Chiodini (MDB-SC)
– Caroline de Toni (PL-SC)
– Daniel Freitas (PL-SC)
– Daniela Reinehr (PL-SC)
– Fabio Schiochet (União-SC)
– Fausto Pinato (União-SP)
– Gilson Marques (NOVO-SC)
– Julia Zanatta (PL-SC)
– Kim Kataguiri (Missão-SP)
– Lucas Redecker (PSD-RS)
– Marcel Van Hattem (NOVO-RS)
– Mauricio Marcon (PL-RS)
– Nicoletti (PL-RR)
– Paulo Marinho Jr (PL-MA)
– Pezenti (MDB-SC)
– Ricardo Guidi (PL-SC)
– Ricardo Salles (NOVO-SP)
– Rosangela Moro (União-SP)
– Sérgio Turra (PP-RS)
– Zé Trovão (PL-SC)
A lista mostra que boa parte dos parlamentares que vivem discursando sobre “família”, “Deus” e “patriotismo” escolheu votar contra uma proposta que garante mais tempo para pais e mães ficarem com seus filhos, descansarem e terem mais qualidade de vida.
Enquanto isso, Lula, o PT e parlamentares da esquerda assumiram a linha de frente da defesa da classe trabalhadora, mostrando mais uma vez que governar também é enfrentar privilégios e colocar o povo em primeiro lugar.
O fim da escala 6×1 não é apenas uma mudança trabalhista. É uma conquista civilizatória. É menos adoecimento mental, menos exaustão física e mais dignidade para quem constrói este país todos os dias com o próprio suor.
Agora, a proposta segue para o Senado Federal. E o povo brasileiro já sabe exatamente quem esteve ao lado do trabalhador — e quem votou contra o povo.
Fonte: Câmara dos Deputados – votação da PEC do fim da escala 6×1, 27 de maio de 2026. Link: https://www.camara.leg.br/noticias/

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