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A RESISTÊNCIA TAMBÉM SE ESCREVE

Enquanto aliados tentam empurrar a culpa para Brasília, o aumento recai direto no bolso de quem trabalha.
O ICMS é imposto estadual — decidido e cobrado pelo governo de Mato Grosso.

Pela Redação | A Voz do Povo em Tela

O aumento dos combustíveis em Mato Grosso tem endereço certo: o Palácio Paiaguás.
Não é “culpa de Brasília”, não é decisão do governo federal e não tem nada a ver com Lula.
O reajuste acontece porque o governador Mauro Mendes e o vice Otaviano Pivetta autorizaram o aumento de 5% no ICMS, imposto que é exclusivamente estadual.

O governo tenta se escorar no argumento de que apenas seguiu regras nacionais do Confaz. Mas a verdade é simples: os estados participam das decisões, conhecem os impactos e assumem — ou deveriam assumir — a responsabilidade política pelo que fazem. E, neste caso, a escolha foi aumentar imposto em um período em que o custo de vida já aperta a classe trabalhadora.

O efeito é imediato. Diesel mais caro significa frete mais caro.
Frete mais caro significa comida, remédios e produtos do dia a dia mais caros.
Quem paga essa conta não são os grandes, é o povo comum — agricultor, caminhoneiro, comerciante, família que depende do carro para trabalhar.

O aumento também expõe um contraste difícil de explicar. O governo estadual vive divulgando recordes de arrecadação e discursos sobre “gestão eficiente”. Mesmo assim, a solução apresentada é sempre a mesma: mais imposto. Em vez de aliviar, aperta. Em vez de planejar, transfere a conta para quem menos pode pagar.

Para piorar, o aumento vem junto com outros reajustes: energia mais cara, pedágio mais caro, taxas públicas mais caras. Tudo acumulando no mesmo bolso. E tudo em pleno período de movimentação eleitoral — enquanto Mendes mira o Senado e Pivetta tenta viabilizar sua candidatura ao governo.

Nesse cenário, não surpreende que surjam discursos tentando jogar a culpa sobre o governo federal. É a velha tática de desviar o foco para não enfrentar o fato central: foi o governo de Mato Grosso que decidiu subir o ICMS. Esconder isso é desinformar a população.

A verdade precisa ser dita com todas as letras:
quando o mato-grossense paga mais caro na bomba, está pagando por uma decisão tomada aqui, não em Brasília.

Fonte: Deixa Que Eu Te Conto – “Presente amargo: Mauro Mendes e Pivetta elevam ICMS dos combustíveis em 5%”, 31 de dezembro de 2025. Link: https://deixaqueeuteconto.com.br/presente-amargo-mauro-mendes-e-pivetta-elevam-icms-dos-combustiveis-em-5/


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