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A RESISTÊNCIA TAMBÉM SE ESCREVE

Capital internacional volta a apostar no Brasil, impulsionado pela confiança renovada na economia e pelo ambiente político estável que recoloca o país no centro das decisões globais.

Pela Redação | A Voz do Povo em Tela

O Brasil encerra 2025 vivendo um processo que o mercado financeiro já batizou, sem cerimônia, de Efeito Lula. Não se trata de slogan, tampouco de exagero: são números robustos, consistentes e acompanhados de forte repercussão internacional. O investimento estrangeiro direto (IED) já ultrapassou todo o volume registrado em 2024 antes mesmo do fim do ano — um indicativo claro de que o país recuperou não apenas atratividade econômica, mas também credibilidade política e institucional.

Dados do Banco Central mostram que, até outubro de 2025, o Brasil recebeu US$ 74,3 bilhões em IED, superando os US$ 74,1 bilhões de todo o ano anterior. O desempenho de outubro foi ainda mais expressivo: US$ 10,9 bilhões entraram no país em um único mês, registrando alta de 64% em relação ao mesmo período de 2024. No acumulado de 12 meses, o fluxo total chegou a US$ 80,1 bilhões, quase 10% acima do valor medido em setembro.

Esse salto coloca 2025 no mesmo patamar dos anos em que o Brasil figurou entre os destinos preferidos do capital global — como 2010, 2011, 2012 e 2014. São períodos que coincidem com momentos de estabilidade democrática, fortalecimento institucional e políticas voltadas ao desenvolvimento social e produtivo.

Especialistas apontam que o cenário global, marcado pela queda dos juros nos Estados Unidos, voltou a favorecer mercados emergentes. Entretanto, há um diferencial que destaca o Brasil: a combinação entre juros internos atrativos, segurança jurídica e um governo que recuperou a previsibilidade na condução econômica. É a soma de fatores que afasta a instabilidade artificial dos anos anteriores e abre espaço para decisões de investimento de longo prazo.

Na prática, o aumento do investimento estrangeiro já se traduz em expansão da indústria, novos projetos de energia, avanços logísticos, retomada de obras estruturantes e geração de empregos. Setores antes estagnados voltam a aparecer no radar de multinacionais, especialmente tecnologia, infraestrutura, fertilizantes, energia verde e manufatura avançada.

É um movimento que demonstra como o ambiente democrático e a política orientada ao desenvolvimento formam a base de um ciclo virtuoso. O Efeito Lula, como já é chamado fora do Brasil, mostra que quando o país tem estabilidade, regras claras e compromisso com inclusão social, o mundo responde — e responde com capital, confiança e presença.

Fonte: Diário do Centro do Mundo (DCM)


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