
A ciência avança e o SUS acompanha — governo Lula garante tratamento inédito e gratuito que já salva vidas em países ricos.
Pela Redação | A Voz do Povo em Tela
O Brasil deu um passo histórico na luta contra o câncer de mama. O Ministério da Saúde recebeu, nesta segunda-feira (13 de outubro de 2025), o primeiro lote de trastuzumabe entansina, medicamento de última geração que passa a ser distribuído pelo Sistema Único de Saúde (SUS). O fármaco é indicado para o tratamento de mulheres com câncer de mama HER2-positivo, uma das formas mais agressivas da doença, e promete reduzir em até 50% o risco de morte e recidiva tumoral.
A incorporação do medicamento, de nome comercial Kadcyla, marca um divisor de águas na política de saúde pública brasileira. São 11.978 unidades já recebidas no almoxarifado do Aeroporto Internacional de Guarulhos (SP), em um investimento inicial de R$ 159,3 milhões. Até junho de 2026, o SUS deverá distribuir 34 mil frascos do remédio em todo o país, beneficiando cerca de 1.144 pacientes nos primeiros meses.
O medicamento é administrado por via intravenosa e será oferecido exclusivamente em hospitais habilitados em oncologia, garantindo segurança e acompanhamento especializado. A decisão foi oficializada em portaria publicada no Diário Oficial da União, reforçando o compromisso do governo federal com políticas baseadas em evidências científicas e de alcance social.
A ciência chega ao povo
O trastuzumabe entansina combina duas moléculas: um anticorpo que reconhece as células tumorais HER2 e uma substância quimioterápica altamente potente que destrói as células doentes de forma seletiva. Em países como Alemanha, Canadá e Reino Unido, o medicamento já faz parte do tratamento padrão há anos — mas o alto custo sempre foi uma barreira para sistemas públicos de saúde.
Com a decisão do governo Lula, o Brasil se junta ao grupo de nações que oferecem tratamento de ponta sem distinção de renda. Em outras palavras, o que antes era privilégio de poucos agora é direito de todos.
Outubro Rosa com ação concreta
O anúncio acontece durante o Outubro Rosa, mês de conscientização sobre o câncer de mama. A chegada do medicamento é acompanhada por outras medidas estruturais: o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a Lei do Agora Tem Especialistas, que autoriza a contratação de carretas da saúde da mulher para exames de mamografia, ultrassonografia e biópsia em todas as regiões do país.
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, celebrou a incorporação do remédio como “um avanço que salva vidas e reforça o papel do SUS como exemplo mundial de inclusão”. Para ele, essa conquista é resultado de um trabalho técnico, humano e político que prioriza as pessoas e não o lucro.
“Quando o Estado investe em ciência e cuidado, ele salva vidas. E é isso que estamos fazendo, com o apoio e a determinação do presidente Lula”, afirmou Padilha.
Do discurso à prática
Durante o governo anterior, diversas propostas de incorporação de medicamentos modernos foram ignoradas sob o argumento de “alto custo” — o mesmo argumento que deixava milhares de brasileiros sem tratamento adequado. Agora, o Ministério da Saúde demonstra que é possível investir com responsabilidade fiscal e sensibilidade social, priorizando quem mais precisa.
Essa é a essência de um governo que governa para todos e não para poucos. A incorporação do Kadcyla ao SUS simboliza o compromisso de Lula e Padilha com a vida, a equidade e o fortalecimento do sistema público.
Um país que volta a cuidar das pessoas
O câncer de mama é o tipo mais comum entre as mulheres no Brasil. Estimativas do Instituto Nacional de Câncer (INCA) apontam mais de 74 mil novos casos por ano. Com o novo medicamento, o tratamento das formas mais graves terá um reforço decisivo.
O Brasil reafirma, assim, sua posição de vanguarda na América Latina: é o único país da região que oferece terapias de alta complexidade oncológica dentro de um sistema público universal.
Com o lema que sintetiza o espírito do atual governo, “Cuidar das pessoas é o melhor investimento”, o país mostra que ciência, compaixão e política pública podem caminhar juntas.
Aqui no Brasil tem trabalho do Governo Federal.

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