
A incompetência e o desprezo social da gestão bolsonarista em Cuiabá atingem o prato do povo. Enquanto o prefeito Abílio Brunini brinca de influencer, a fome volta a bater na porta dos trabalhadores.
Pela Redação | A Voz do Povo em Tela
A partir desta segunda-feira, 13 de outubro, o Restaurante Popular de Cuiabá deixará de funcionar por falta de pagamento da Prefeitura, administrada pelo bolsonarista Abílio Brunini (22). A placa colada no portão diz tudo — “Fechado por falta de pagamento da Prefeitura”. O que era um espaço de dignidade e segurança alimentar virou mais uma vítima do descaso e da incompetência ideológica da extrema direita.
O restaurante servia mais de 1.200 refeições por dia a R$ 2,00, garantindo o mínimo de dignidade para quem vive na vulnerabilidade alimentar. Trabalhadores informais, idosos e famílias inteiras dependiam do local para fazer a única refeição do dia. Agora, ficarão sem alternativa — o resultado direto da negligência de uma gestão que fala em “moral e eficiência”, mas não paga nem o básico.
Enquanto o povo enfrenta a fome, o prefeito Abílio Brunini posa sorridente nas redes sociais, vendendo a imagem de “gestor moderno”. Mas na prática, entrega uma cidade desorganizada, com filas na saúde, abandono social e servidores desvalorizados. Cuiabá está pagando o preço de ter colocado um extremista no poder.
Fornecedores afirmam que os repasses da Prefeitura estão atrasados há meses, inviabilizando a compra de alimentos e o pagamento de funcionários. Tentando conter o desgaste, a gestão nega o fechamento — mas o cartaz estampado na porta do restaurante desmente o discurso e escancara a verdade: a extrema direita odeia o pobre.
A realidade social que Brunini ignora
Com uma população estimada em 682.932 habitantes, Cuiabá revela o tamanho do impacto das políticas sociais federais que o prefeito insiste em desprezar.
Mais de 38 mil famílias cuiabanas recebem o Bolsa Família, o que representa cerca de 22% da população beneficiada diretamente — considerando uma média de 3 pessoas por família. Em outras palavras, um em cada cinco cuiabanos depende da política social que o Governo Federal mantém viva, enquanto a Prefeitura fecha o restaurante que alimentava o povo.
Além disso, 25,6 mil pessoas recebem o Benefício de Prestação Continuada (BPC) — sendo 13,6 mil idosos e 12 mil pessoas com deficiência — e 5,5 mil famílias são atendidas pelo Auxílio Gás. No total, mais de 264 mil pessoas de baixa renda vivem em situação de vulnerabilidade, sustentadas por programas federais que o prefeito finge não existir.
Enquanto Brunini deixa os pobres sem refeição, o Governo Federal investe pesado em Cuiabá. Somente entre janeiro e agosto de 2025, o município recebeu R$ 663,44 milhões em transferências da União, recursos que mantêm viva a saúde, a assistência social e a educação pública na capital.
Enquanto o prefeito fecha portas, Lula abre caminhos
Mesmo com o discurso arrogante de que “não precisa de dinheiro do Governo Federal”, o bolsonarista Abílio Brunini finge não ver as dezenas de obras do Novo PAC que estão mudando a cara de Cuiabá. São 32 empreendimentos federais em execução, e não é pouca coisa:
- 26 na área da Saúde, incluindo a nova Central de Regulação do SAMU e 25 novas ambulâncias;
- 1 creche-escola de educação infantil, ampliando vagas e cuidado para as crianças cuiabanas;
- 4 obras de infraestrutura social, como o Centro Comunitário pela Vida (CONVIVE), os CEUs da Cultura e o Espaço Esportivo Comunitário, que fortalecem lazer e cidadania;
- 1 obra de mobilidade urbana no eixo Cidades Sustentáveis e Resilientes, melhorando o transporte em áreas críticas.
E não para por aí: o Minha Casa Minha Vida contratou 7.750 moradias em Cuiabá desde 2023, somando R$ 1,27 bilhão em investimentos, com 692 casas na Faixa 1, destinadas às famílias mais pobres.
Enquanto o prefeito fecha restaurante, o presidente abre portas e constrói casas. Enquanto o extremista corta comida, o Governo Federal leva dignidade, saúde e moradia.
O povo cuiabano pode até ter acreditado na demagogia bolsonarista, mas é Lula quem está garantindo que a cidade não desabe de vez. E que ninguém se engane: quando o prato do pobre esvazia, é porque o bolsonarismo está no poder.
Cuiabá, que poderia estar avançando com obras, empregos e políticas sociais, agora vive a vergonha de ter o Restaurante Popular fechado por falta de pagamento. A fome voltou — e tem nome, sobrenome e número de urna: Abílio Brunini, 22.
Aqui em Cuiabá tem trabalho do Governo Federal.
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