
Enquanto a oposição repete slogans vazios, o Novo PAC garante uma nova UBS e um ônibus escolar para Diamantino
Pela Redação | A Voz do Povo em Tela
Diamantino, no Médio-Norte de Mato Grosso, tem recebido um fluxo robusto de investimentos federais que desmonta, com números, a narrativa da “autossuficiência municipal” defendida pela elite local. De janeiro a agosto de 2025, o Governo Federal destinou R$ 33,39 milhões diretamente aos cofres da prefeitura, recursos que sustentam serviços essenciais e aliviam as contas do município.
A rede de proteção social tem sido fundamental para milhares de famílias. Somente o Bolsa Família movimentou R$ 4,93 milhões neste ano, atendendo 874 famílias, das quais mais de 92% são chefiadas por mulheres — um dado que expõe quem realmente sustenta os lares e, ao mesmo tempo, quem mais depende das políticas públicas. Paralelamente, o BPC (Benefício de Prestação Continuada) assegurou dignidade a 794 pessoas, entre idosos e pessoas com deficiência, enquanto os benefícios previdenciários já ultrapassaram R$ 48,99 milhões em pagamentos. Tudo isso é dinheiro que circula no comércio, paga contas e garante comida na mesa.
Na saúde, o suporte federal mantém em funcionamento 13 Unidades Básicas de Saúde, além de médicos do programa Mais Médicos, equipes de saúde bucal e de atenção primária, agentes comunitários e ações de prevenção. O município ainda foi contemplado pelo Novo PAC Seleções, com a construção de uma nova UBS e a entrega de um ônibus escolar, sinalizando a prioridade em estruturar a saúde e a educação da população.
O setor educacional também respira com apoio da União. Programas como PNAE (alimentação escolar), Pé-de-Meia, Escola em Tempo Integral e o Compromisso Criança Alfabetizada levaram investimentos que asseguram tanto a merenda quanto a qualidade pedagógica. Ao todo, mais de 2,4 mil estudantes receberam refeições escolares e 397 jovens foram contemplados com o incentivo financeiro do Pé-de-Meia.
Habitação e infraestrutura também avançaram. Pelo Minha Casa Minha Vida, já são 141 moradias contratadas desde 2023, somando R$ 22,18 milhões em investimentos. Outras 116 moradias foram financiadas com FGTS, e empreendimentos adicionais ampliam a oferta habitacional para quem mais precisa.
Nem a cultura foi esquecida. Com a Lei Paulo Gustavo e a Política Nacional Aldir Blanc, mais de R$ 400 mil foram aplicados em projetos culturais, provando que o governo olha para a economia criativa como parte do desenvolvimento local.
Enquanto isso, setores bolsonaristas seguem questionando programas sociais, mas nunca recusaram os bilhões do Plano Safra e do crédito rural. Somente em Diamantino, foram R$ 492,32 milhões em contratos de crédito em 2025, dos quais quase todo o valor foi para o agronegócio. Já a agricultura familiar, sempre deixada de lado, contou com apenas R$ 2,52 milhões. Eis a contradição: quando é dinheiro para o agro, chamam de “investimento”; quando é para o povo pobre, gritam “gastança”.
A verdade é que Diamantino, como tantos municípios do interior, sobrevive graças à engrenagem dos programas federais. Sem esse apoio, não haveria UBS, merenda escolar, casas populares nem dignidade mínima para milhares de famílias. É Lula quem garante que a cidade não fique à mercê do improviso.

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