
Faz o L, Sinop: maternidade de 100 leitos, UBS do Nico Baracat, Escola em Tempo Integral e Creche/Escola de Educação Infantil em construção pelo Novo PAC desmentem o discurso de independência que a elite do Nortão tenta sustentar.
Pela Redação | A Voz do Povo em Tela
O Índice Firjan de Gestão Fiscal (IFGF) saiu exaltando Sinop como exemplo de município “autossuficiente”, capaz de sustentar suas próprias despesas apenas com a arrecadação local. Um discurso bonito, vendido para fora como prova da pujança econômica do Nortão. Mas basta atravessar a Avenida Bruno Martini e chegar ao bairro Nico Baracat para desmontar essa farsa.
Ali estão quatro símbolos do que realmente sustenta Sinop: uma Unidade Básica de Saúde, uma maternidade com mais de 100 leitos, uma Escola em Tempo Integral e uma Creche/Escola de Educação Infantil, todos incluídos no Novo PAC. Essas obras revelam que a vida real da população depende diretamente da União. Sem o governo Lula, Sinop continuaria como sempre esteve: um polo econômico que sabe gerar riqueza, mas incapaz de transformar essa riqueza em serviços públicos de qualidade para seu povo.
A prova mais contundente está na história vergonhosa do empreendimento Nico Baracat. Foram 1.440 apartamentos do Minha Casa Minha Vida que ficaram parados após a saída do PT em 2016, atravessaram Temer e o inelegível Bolsonaro, e só foram retomados graças ao investimento federal. O relatório oficial mostra com todas as letras: R$ 106,02 milhões foram destinados para destravar e concluir esse projeto que se arrastava há anos.
Além do Nico Baracat, Sinop recebeu mais de 6 mil moradias do Minha Casa Minha Vida até 2016. São bairros inteiros erguidos pelo programa federal, que mudaram a vida de milhares de famílias. Isso mostra a dimensão do impacto do Governo Federal na habitação popular: sem esses investimentos, grande parte da população não teria sequer onde morar. E o que seria das famílias que vivem de aluguel em Sinop — uma das cidades com o aluguel mais caro do Brasil — se não fosse o Minha Casa Minha Vida? A resposta é simples: estariam condenadas à especulação imobiliária que enriquece poucos e empobrece muitos.
Enquanto isso, a prefeitura e os setores ligados ao agronegócio preferem gastar energia e dinheiro em festas milionárias — como o aniversário de 51 anos de Sinop — do que em obras essenciais. A cidade completou meio século de fundação sem nunca ter contado com uma maternidade municipal. Hoje, o que existe é uma estrutura terceirizada, mantida dentro de um hospital filantrópico, escancarando a negligência histórica com a saúde pública de Sinop.
É preciso lembrar ainda que a UPA de Sinop foi construída nos governos do PT, com recursos do Governo Federal, e que dezenas de UBS também foram erguidas em Sinop graças aos investimentos federais das gestões Lula e Dilma. Essas estruturas seguem sendo fundamentais para a população, e desmentem qualquer narrativa de que a cidade se sustenta sem Brasília.
E não adianta vereador, governador ou deputado vir a Sinop tentar posar para foto e fazer discurso de palanque. A verdade é que a UBS do Nico Baracat, a maternidade municipal com mais de 100 leitos, a Escola em Tempo Integral e a Creche só estão saindo do papel porque o Governo Federal colocou esses projetos no Novo PAC. O prefeito Roberto Dorner precisa assumir com clareza: é graças ao presidente Lula que Sinop terá, pela primeira vez, uma maternidade de verdade e uma UBS estruturada no maior bairro popular da cidade.
Prefeito Roberto Dorner, agradeça ao presidente Lula. E não só você: todos os prefeitos do estado de Mato Grosso que tiveram projetos aprovados e receberam recursos do Novo PAC devem reconhecer que é o Governo Federal quem está investindo nas cidades. A maternidade municipal, a UBS Tonico Baracat, a escola em tempo integral e a creche infantil são conquistas viabilizadas por Brasília. Mato Grosso precisa largar a ingratidão: durante os quatro anos do inelegível, o estado não recebeu sequer uma UBS. É hora de reconhecer quem realmente trabalha pelo Brasil, pelo povo brasileiro e pelas 142 cidades de Mato Grosso. É o PT, é o presidente Lula. Faz o L, Mato Grosso. Faz o L, Sinop.
E se olharmos para os números de 2025, o mito da independência se esfarela ainda mais. Apenas entre janeiro e agosto, R$ 149,05 milhões foram transferidos do Governo Federal à prefeitura. A população recebeu diretamente R$ 26,69 milhões do Bolsa Família, R$ 46,55 milhões do BPC, R$ 335 milhões em benefícios previdenciários, além de recursos para o Auxílio Gás e Seguro-Desemprego. Na saúde, 29 UBS funcionam com custeio federal, a UPA é bancada pela União, assim como o Centro Odontológico, as equipes do Brasil Sorridente, os agentes comunitários de saúde e os de combate a endemias. Na educação, 24,5 mil alunos têm alimentação escolar garantida com dinheiro de Brasília, 63 escolas são atendidas pelo PDDE e 517 novas matrículas em tempo integral foram pactuadas.
A verdade é simples e incômoda: Sinop não seria nada sem os recursos do Governo Federal. A UPA de Sinop, construída no governo do PT, e dezenas de UBS erguidas com investimento federal em gestões do PT são a prova viva disso. As UBS, a UPA, o Centro Odontológico, os programas sociais, as escolas, os empregos e até a dignidade mínima da população estão amparados por Brasília. A tal “autossuficiência” não passa de um slogan vazio, repetido por setores que sempre lucraram com a exploração da terra e nunca se importaram com o bem-estar do povo.
Desafio a todos os apaixonados pelo inelegível Bolsonaro: mostrem uma obra feita nos quatro anos do seu governo dentro do estado de Mato Grosso. Se você conhece alguma, comente. Se você sabe de uma obra do Bolsonaro em Mato Grosso, deixe nos comentários.
Aqui em Sinop tem trabalho do Governo Federal.
📑 Confira abaixo, na íntegra, o Relatório ComunicaBR de Sinop (2025), que comprova cada dado desta matéria.

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