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A RESISTÊNCIA TAMBÉM SE ESCREVE

Filho de Jair Bolsonaro é acusado de trair o Brasil, custar milhões aos cofres públicos e agir contra a democracia

Pela Redação | A Voz do Povo em Tela

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), decidiu vetar a indicação de Eduardo Bolsonaro (PL-SP) para o cargo de líder da minoria. A tentativa da oposição de blindar o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro foi barrada pela Secretaria-Geral da Mesa, que entendeu ser impossível premiar um deputado ausente, que já acumula 23 faltas injustificadas em 37 sessões realizadas em 2025 — mais de 62% de ausência. O regimento da Casa prevê a cassação do mandato de parlamentares que ultrapassem um terço de faltas sem justificativa, e Eduardo já está nessa linha de corte.

Enquanto isso, o deputado federal Alencar Braga (PT-SP) apresentou o PRC 73/2025, um projeto histórico que proíbe a figura do “deputado home office” e acaba com a farra de parlamentares que abandonam o país, mas continuam sugando recursos públicos. O alvo é direto: Eduardo Bolsonaro, o “deputado turista”, que já custou mais de R$ 1,5 milhão em 2025 aos cofres públicos mesmo estando fora do Brasil há mais de seis meses.


Denúncias da PGR e interferência internacional

A Procuradoria-Geral da República denunciou Eduardo Bolsonaro por coação à Justiça, após articular nos Estados Unidos pressões e sanções contra autoridades brasileiras. O objetivo era atingir diretamente o Supremo Tribunal Federal, em especial o ministro Alexandre de Moraes, e interferir nos julgamentos que envolvem seu pai, Jair Bolsonaro.

Não satisfeito em conspirar dentro do país, Eduardo exportou seu discurso golpista. Em solo americano, passou a ser porta-voz internacional do extremismo, chegando ao cúmulo de apoiar tarifas de até 50% impostas pelo governo Trump contra exportações brasileiras. A medida enfraquece a economia nacional, ameaça empregos e penaliza diretamente produtores e trabalhadores — um gesto de traição à pátria travestido de militância ideológica.


Mandato fantasma e a hipocrisia bolsonarista

Eduardo Bolsonaro é a personificação da hipocrisia bolsonarista. Enquanto ataca programas sociais, direitos trabalhistas e chama de “mamata” os benefícios destinados aos mais pobres, vive de uma mamata privilegiada: salários acima de R$ 40 mil mensais, estrutura de gabinete, verbas de gabinete, passagens e assessores pagos pelo povo brasileiro.

Seu mandato tornou-se um fantasma. Ele não comparece às sessões, não vota, não debate, não legisla. Mas continua recebendo como se estivesse cumprindo fielmente seu papel. Para os Bolsonaro, o aperto deve ser para o trabalhador, enquanto eles desfrutam do luxo internacional bancado pelo contribuinte.


Ataques à democracia e continuidade do golpismo

Não é novidade que Eduardo Bolsonaro alimenta o golpismo. Desde 2019, defendeu medidas autoritárias como um “novo AI-5” e incentivou manifestações antidemocráticas. Hoje, fora do Brasil, é ainda mais perigoso: atua como articulador externo contra as instituições nacionais e contra a democracia brasileira.

A rejeição de Hugo Motta à sua indicação como líder da minoria não é apenas uma decisão administrativa. É um recado de que o regimento não pode ser distorcido para legitimar a ausência prolongada de um parlamentar que prefere conspirar no exterior a representar seus eleitores em São Paulo.


O contraponto: coragem de Alencar Braga

Diante desse cenário, a iniciativa de Alencar Braga surge como resposta firme. O PRC 73/2025 estabelece que quem não cumpre sua função em solo brasileiro deve perder privilégios. Não há espaço para deputados fantasmas. O mandato é uma responsabilidade dada pelo povo, não uma licença para turismo internacional.

Braga se coloca no lado certo da história: do lado da democracia, do povo trabalhador e da responsabilidade com a coisa pública. Ao enfrentar Eduardo Bolsonaro, desmascara a farsa de um parlamentar que traiu o Brasil em nome da autopreservação da família Bolsonaro.


O que está em jogo

O caso Eduardo Bolsonaro é emblemático. Ele escancara como privilégios parlamentares podem ser distorcidos para alimentar a própria destruição do país. Entre as consequências, estão:

  • Prejuízo econômico: apoio a tarifas estrangeiras que atacam a economia brasileira.
  • Danos institucionais: tentativa de interferência no STF e coação de autoridades.
  • Custo social: mais de R$ 1,5 milhão já desperdiçados em um mandato fantasma.
  • Risco democrático: fortalecimento do golpismo internacional.

Conclusão

O Brasil não pode aceitar que parlamentares eleitos se transformem em embaixadores do atraso. Eduardo Bolsonaro é hoje símbolo de privilégios, traição nacional e golpismo internacionalizado. Já Alencar Braga, ao propor o fim da farra, reafirma que o mandato é para trabalhar pelo povo, não para custear luxos de famílias políticas decadentes.

A história cobrará de cada um o lado em que esteve. Hugo Motta e Alencar Braga escolheram a democracia. Eduardo Bolsonaro, mais uma vez, escolheu a mamata, a traição e a vergonha internacional.


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