
Fake news desmoronam: Tyler Robinson, 22 anos, não tinha vínculo partidário nem histórico criminal. Sua prisão desmente a mentira da extrema-direita que tentou culpar a esquerda pelo crime.
Pela Redação | A Voz do Povo em Tela
O governador republicano de Utah, Spencer Cox, revelou que rezou intensamente “durante 33 horas” pedindo que o assassino de Charlie Kirk não fosse “um dos nossos”. Ao descobrir a identidade do atirador — um homem branco, heterossexual, de família conservadora, republicana e armamentista — Cox se disse devastado: “Foi um de nós, e isso parte meu coração”.
Essa declaração expõe, de forma brutal, como a realidade desmonta a narrativa mentirosa que a extrema-direita brasileira tentou emplacar logo após o crime. Enquanto parte da mídia bolsonarista de Sinop culpava a “extrema esquerda” sem provas, a investigação oficial mostrou que o assassino não tinha ligação com partidos ou movimentos progressistas.
A execução no campus da Universidade de Utah Valley
Na quarta-feira (10), Tyler Robinson chegou ao campus da Universidade de Utah Valley quatro horas antes da palestra de Charlie Kirk, que reuniria 3 mil estudantes. Vinte minutos depois do início do evento, disparou contra o influenciador, atingindo-o no pescoço. Kirk, de 31 anos, ícone conservador e aliado de Donald Trump, não resistiu.
Robinson fugiu e permaneceu foragido por mais de 30 horas, até se entregar na noite de quinta-feira (11), em Washington, a 400 quilômetros do local do crime.
O perfil do assassino e o fim da narrativa falsa
Segundo as autoridades, Robinson não era filiado a nenhum partido, não votou na última eleição e não tinha antecedentes criminais. Uma espingarda de ferrolho, usada no ataque, foi encontrada enrolada em pano escuro próximo ao local. Estojos de munição com inscrições ainda estão sendo periciados, mas nada liga o crime à esquerda.
O apelo do governador Spencer Cox
Cox classificou o caso como “uma assassinação política”, mas sua fala não buscou apontar culpados externos: foi um chamado para reduzir a polarização e o ódio. “As redes sociais são um câncer para a sociedade neste momento. Precisamos encontrar uma saída para parar essa escalada”, declarou.
Enquanto nos Estados Unidos um governador republicano pede menos radicalização, no Brasil bolsonaristas preferem usar uma tragédia como palanque político, repetindo fake news que já caíram por terra.
A fábrica de mentiras no Brasil
A “mídia fuleira” de Sinop tentou transformar a morte de Kirk em mais uma peça do teatro conspiratório: culpar a esquerda, reforçar ódios, manipular seus seguidores. O problema é que os fatos desmentem o roteiro. Robinson não era militante progressista; era parte do universo conservador. O desconforto de Cox deixa claro: foi “um de nós”.
Conclusão
Charlie Kirk foi morto em um ato brutal que abalou os Estados Unidos. O assassino não era de esquerda. A verdade desmonta as mentiras bolsonaristas, que correm para usar até a morte como combustível de sua máquina de desinformação. Enquanto isso, o próprio governador republicano pede menos ódio e mais responsabilidade.

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