
Com o “Lulinha da sorte”, o campo brasileiro colhe a maior produção da história
Pela Redação | A Voz do Povo em Tela
O Brasil cravou um marco histórico na safra 2024/25. A produção de grãos atingiu 350,2 milhões de toneladas, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), um crescimento de 49,1 milhões em relação à safra passada, equivalente a um salto de 16,3%. A área cultivada também cresceu: passou de 79,9 milhões para 81,7 milhões de hectares, com produtividade média de 4.284 kg por hectare, um avanço de quase 14%.
Quando somada toda a produção agropecuária nacional, o número ultrapassa 1,2 bilhão de toneladas, consolidando o Brasil como potência mundial na segurança alimentar e no comércio global de alimentos.
🌱 O peso das culturas
A soja segue reinando: foram 171,5 milhões de toneladas, o maior volume já registrado na história do país. O milho vem em seguida, com 139,7 milhões de toneladas, crescendo mais de 20% e estabelecendo também um recorde histórico. O arroz alcançou 12,8 milhões de toneladas, com alta de 20,6%, enquanto o algodão fechou em 4,06 milhões de toneladas, outro recorde para o setor.
🗺️ Força regional
O Centro-Oeste, puxado pelo Mato Grosso, foi protagonista da expansão, beneficiado pelo clima estável. No Sul, o Rio Grande do Sul garantiu uma safra robusta de arroz, mas enfrentou desafios no rendimento da soja. O resultado mostra que não se trata apenas de ampliar a área cultivada: a produtividade aumentou significativamente, fruto de tecnologia, assistência técnica e uso de práticas modernas de cultivo.
📈 Impacto econômico e político
Os números da safra reforçam a importância estratégica do agronegócio para a economia brasileira, mas também escancaram a hipocrisia de setores bolsonaristas que insistem em pintar um país em crise enquanto o campo segue batendo recordes. A agropecuária não apenas garante a segurança alimentar interna, como também expande as exportações e aumenta a relevância do Brasil no tabuleiro global.
Enquanto os negacionistas alimentam teorias conspiratórias, a realidade é que o Brasil planta, colhe e faz história — e não é discurso, é número: mais grãos, mais emprego, mais comida na mesa e mais respeito internacional.

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