
Me pediram pra fazer o L. Pois foi exatamente pra isso: pra ver o povo simples voltar a cozinhar com dignidade, sem escolher entre gás ou comida.
Pela Redação | A Voz do Povo em Tela
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva lançou nesta quinta-feira, 4 de setembro de 2025, em Belo Horizonte, o programa Gás do Povo, que garante botijões gratuitos para 15,5 milhões de famílias de baixa renda, alcançando cerca de 50 milhões de brasileiros. Um passo histórico para aliviar a vida de quem mais sente o peso da inflação na cozinha.
Até aqui, o antigo Auxílio Gás alcançava apenas 5 milhões de famílias. Agora, o novo programa triplica o atendimento e assegura 65 milhões de botijões de gás por ano, financiados com R$ 3,57 bilhões previstos para 2025 e R$ 5,1 bilhões já garantidos para 2026.
Quem tem direito
O benefício contempla famílias inscritas no CadÚnico com renda per capita de até meio salário mínimo (R$ 759), com prioridade para quem já recebe o Bolsa Família. A distribuição será feita de forma direta, sem atravessadores: cada família poderá retirar botijões em pontos credenciados usando cartão do Bolsa Família, cartão próprio do programa, aplicativo ou até mesmo vale impresso em lotéricas da Caixa.
Mais saúde, menos fumaça
Hoje, 12 milhões de famílias ainda cozinham com lenha ou álcool, sendo 5 milhões de baixa renda. O resultado disso são queimaduras, intoxicações e problemas respiratórios, sobretudo entre mulheres e crianças. O Gás do Povo ataca essa chaga ao trocar a fumaça tóxica da lenha por gás de cozinha, trazendo segurança e saúde.
Nordeste lidera
A distribuição acompanha a realidade do Brasil: o Nordeste será a região mais contemplada, com mais de 7,1 milhões de famílias beneficiadas. O Sudeste receberá 4,4 milhões, o Norte 2,1 milhões, o Sul 1,1 milhão e o Centro-Oeste cerca de 889 mil.
O Brasil que volta a cuidar do povo
O lançamento do Gás do Povo não é apenas um programa social: é um ato de reparação histórica. Depois de anos de descaso, Lula mostra que governar é olhar para quem mais precisa — e que o botijão cheio na cozinha é tão importante quanto qualquer grande obra de concreto.
Foi pra isso que milhões “fizeram o L”: pra ver o país de volta aos trilhos da dignidade, onde o direito de cozinhar não depende de improviso ou sacrifício.

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