
Será que foi por causa dessa bomba que Mauro Mendes caiu de aproximadamente 4 metros e foi parar na UTI? Ou está seguindo o estilo Bolsonaro: toda vez que a PF bate na porta, a saúde do governante desaba?
Pela Redação | A Voz do Povo em Tela
Uma denúncia feita pelo advogado e ex-governador de Mato Grosso, Pedro Taques, caiu como uma bomba no centro da gestão Mauro Mendes. Segundo ele, a fintech Pixcar, responsável pela gestão de consignados e cartões de benefícios dos servidores públicos estaduais, já foi citada em relatórios da Polícia Federal como instrumento de lavagem de dinheiro utilizado por facções criminosas, incluindo o PCC.
O caso levanta sérias dúvidas sobre a responsabilidade do governo estadual em entregar o controle financeiro dos trabalhadores a uma empresa que, de acordo com investigações, esteve no radar da maior operação da PF contra o crime organizado no Brasil.
Na prática, significa que o dinheiro do servidor público mato-grossense, fruto de seu trabalho, estaria se misturando a recursos movimentados por organizações criminosas que aterrorizam o país.
E a crise não para por aí. Esta semana, o Brasil viu a Operação Carbono, deflagrada pela Polícia Federal, expor um gigantesco esquema de lavagem de dinheiro envolvendo fintechs em diferentes estados. O modus operandi revelado pelos investigadores mostra como empresas de fachada e plataformas financeiras digitais foram utilizadas para movimentar bilhões em recursos ilícitos, com ramificações em setores diversos da economia. A Pixcar, citada por Taques, aparece nesse mesmo cenário de desconfiança, reforçando o alerta de que o servidor de Mato Grosso pode estar no olho desse furacão.
A denúncia, feita por Pedro Taques e amplificada em redes sociais, ganhou repercussão imediata: “O salário e os benefícios do trabalhador estão passando pelas mesmas engrenagens usadas por facções criminosas para ocultar patrimônio”, destacou a publicação que expôs o escândalo.
📌 Fonte: Instagram / Blog do Popó

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