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De rachadinhas a joias sauditas, de fake news à taxação contra o povo: a dinastia Bolsonaro escreveu a mais bizarra história de corrupção em família que o Brasil já viu.

Pela Redação | A Voz do Povo em Tela

Jair Bolsonaro: o patriarca da fraude

Expulso do Exército por planejar atentados contra quartéis, Jair Bolsonaro iniciou sua carreira política com base em discurso moralista, mas logo mergulhou na prática da mamata. Durante quase três décadas de mandato como deputado federal, não apresentou projetos relevantes, mas acumulou privilégios e construiu um patrimônio incompatível com o salário.

Como presidente, mergulhou o país em escândalos:

  • Compra superfaturada de vacinas na pandemia.
  • Joias sauditas avaliadas em R$ 16,5 milhões, contrabandeadas ilegalmente.
  • Cartões corporativos usados em farras pessoais.
  • Blindagem para amigos e cúmplices através do orçamento secreto.

Foi indiciado por peculato, associação criminosa e lavagem de dinheiro. A farsa do “mito contra a corrupção” ruiu diante da realidade.

Flávio Bolsonaro: o príncipe das rachadinhas

O filho “01” virou símbolo do esquema criminoso no Rio de Janeiro. No caso Queiroz, revelou-se a prática de “rachadinhas” — servidores fantasmas que repassavam parte do salário para o parlamentar. Além disso, Flávio ostenta um patrimônio robusto, com imóveis comprados em dinheiro vivo e uma loja de chocolates que parecia render mais que o pré-sal.

Crimes associados: peculato, lavagem de dinheiro e enriquecimento ilícito.

Carlos Bolsonaro: o vereador da mentira

O “02”, vereador no Rio, construiu seu poder não em leis, mas na manipulação digital. Foi apontado como chefe do “gabinete do ódio”, que operava fake news, ataques a opositores e difamações nas redes sociais a partir da estrutura do próprio Estado.

Seu legado é de intolerância e ódio, sustentado com verba pública.

Crimes associados: uso irregular da máquina pública, difamação, fake news e perseguição política.

Eduardo Bolsonaro: o “Bananinha” e a taxação contra o povo

O “03”, deputado federal por São Paulo, é o mais ideológico da família. Conhecido pelo vexame de quase ser nomeado embaixador nos EUA sem falar inglês, Eduardo foi além: tornou-se articulador da linha ultraliberal no Congresso, alinhado ao bolsonarismo econômico.

Sob sua influência, o Brasil viu o avanço de medidas que transferiram privilégios para grandes grupos econômicos enquanto o peso da taxação recaía sobre o trabalhador comum.

  • Defendeu a manutenção da reforma trabalhista e da previdência, que retiraram direitos sociais.
  • Atuou para bloquear isenções a quem ganha até dois salários mínimos, favorecendo o arrocho da base popular.
  • Protegeu os super-ricos e grandes empresários, mantendo intactos seus privilégios tributários.

Eduardo Bolsonaro encarnou a contradição máxima: enquanto a família acumulava imóveis em dinheiro vivo, ele ajudava a empurrar taxação para o povo e blindagem para o 1% mais rico.

Jair Renan Bolsonaro: do camarote à Câmara

O “04”, eleito vereador em Balneário Camboriú, já chega à política cercado de escândalos. Réu em processo por lavagem de dinheiro, falsidade ideológica e uso de documentos falsos, Renan também responde a acusações de tráfico de influência para favorecer empresários ligados ao clã.

Na Câmara Municipal, ficou famoso por propor um projeto de lei inconstitucional para “proibir doutrinação ideológica” nas escolas e por ser o único vereador a votar contra lei que combate o furto de fios elétricos — uma amostra de sua desconexão com a realidade da população.

Crimes associados: lavagem de dinheiro, falsidade ideológica, tráfico de influência.


O legado da vergonha

Se somarmos todos os escândalos da família, temos um quadro devastador: 107 imóveis, mais de R$ 25 milhões em valores atualizados pagos em dinheiro vivo, esquemas de rachadinha, contrabando de joias, fake news, tráfico de influência e um histórico de medidas políticas que esmagaram a classe trabalhadora enquanto blindavam os mais ricos.

Se fosse Lula com seus filhos nesse mesmo esquema, os bolsonaristas estariam acampados em Brasília pedindo cadeia. Mas como a mamata é da “família mito”, sobra silêncio cúmplice.

A família Bolsonaro conseguiu o que parecia impossível: transformar a política brasileira em um negócio de família, com poder, privilégios e corrupção como herança.


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