
Quando o “novo bolsonarismo” de São Paulo mostra que é tão podre quanto o velho
Pela Redação | A Voz do Povo em Tela
Não é surpresa. O governo de Tarcísio de Freitas (Republicanos), aquele vendido como “moderno, técnico e eficiente”, está afundado até o pescoço na lama. O caso do auditor fiscal Artur Gomes da Silva Neto, preso sob suspeita de roubar R$ 1 bilhão em propina, não é apenas um escândalo isolado — é o retrato fiel de um projeto político que vive de fingir moralidade enquanto se banqueteia com corrupção.
O mesmo enredo de sempre
O bolsonarismo adora posar de paladino da ética, mas coleciona escândalos: rachadinhas da família, compras bizarras de Viagra e próteses penianas, blindagem de milicianos e ataques à democracia. Agora, em São Paulo, o “filhote político” de Bolsonaro mostra que aprendeu direitinho: um governo que vende eficiência, mas convive com desvios bilionários dentro da própria Secretaria da Fazenda.
E quando a casa cai, o roteiro é conhecido: laudo médico de última hora. O fiscal suspeito de roubar bilhões apareceu com diagnóstico de “choro compulsivo” e “sensação de morte iminente”. Patético. É sempre a mesma farsa: para o pobre, fila no SUS; para o corrupto engravatado, médico de luxo e encenação no tribunal.
A farsa do gestor técnico
Tarcísio tenta vender a imagem de “engenheiro gestor”, acima da política. Mas como explicar que, em seu governo, a arrecadação do povo paulista foi saqueada em bilhões por esquemas escancarados? É simples: não há neutralidade no bolsonarismo. Por trás do discurso de eficiência, está sempre a velha prática: o privilégio dos aliados, a corrupção dos bastidores e a omissão cúmplice de quem deveria governar para todos.
A conta é do povo
Enquanto bilhões evaporam em propinas, o transporte público continua precário, escolas carecem de investimento e hospitais lotam diariamente. O povo paulista paga a conta — sempre. O “novo” bolsonarismo é apenas uma versão repaginada da velha política suja: discurso de moralismo para as câmeras e corrupção nos bastidores.
🔥 A verdade é dura, mas precisa ser dita: o governo Tarcísio não é exemplo de eficiência, mas de conivência. É o bolsonarismo vestido de terno paulista, tentando esconder a lama que já transborda.
📢 Moral da história: suspeito de roubar R$ 1 bilhão, laudos falsamente piedosos e silêncio cúmplice. Esse é o “novo” São Paulo de Tarcísio — moderno só na maquiagem, velho e podre na essência.

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