
Da mansão à prisão: ex-capitão coleciona crimes e humilhações
Pela Redação | A Voz do Povo em Tela
A cena beira o ridículo: a Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu nesta segunda-feira (25) que a Polícia Federal mantenha efetivo 24 horas por dia no entorno da casa de Jair Bolsonaro (PL). O pedido, assinado por Paulo Gonet e encaminhado ao ministro Alexandre de Moraes, escancara que o “mito” precisa de proteção para não ser engolido pelo peso dos próprios crimes.
E não são poucos. A lista que acompanha o ex-presidente é de envergonhar qualquer nação:
- Tentativa de golpe de Estado – articulação revelada por atas golpistas, reuniões com militares e pelo próprio roteiro do 8 de janeiro.
- Joias da Arábia Saudita – presentes milionários desviados e incorporados ao patrimônio da família Bolsonaro.
- Caixa 2 e corrupção eleitoral – investigações que incluem uso de empresários, fake news e manipulação eleitoral em 2018 e 2022.
- Movimentações financeiras suspeitas – relatório do COAF aponta milhões em depósitos e saques atípicos na conta de familiares e assessores.
- Rachadinhas – esquema escancarado nos gabinetes de Flávio Bolsonaro, com dinheiro público desviado de servidores fantasmas.
- Negligência na pandemia – quase 700 mil mortes no Brasil, com sabotagem deliberada de vacinas e promoção de medicamentos sem eficácia.
- Ataques ao STF e às instituições – discurso de ódio, convocação de atos golpistas e ameaça constante ao Estado Democrático de Direito.
- Uso irregular da ABIN – espionagem contra adversários políticos e tentativa de transformar a inteligência em polícia secreta pessoal.
- Desvios no cartão corporativo – gastos astronômicos em luxo, farra com dinheiro público e zero transparência.
Cada item é um tijolo no muro que encurrala Bolsonaro. O mesmo que bradou contra a Justiça agora precisa da Polícia Federal para vigiar a porta de casa. Ironia pura: a PF que hoje protege é a mesma que, em breve, pode bater para cumprir mandado de prisão.
Enquanto isso, seus seguidores seguem sendo usados como massa de manobra. Eles acreditam em “perseguição política”, mas ignoram que o líder que idolatram responde por corrupção, joias, rachadinhas e conspirações. O “messias” virou réu em série, e a cada semana novos capítulos da sua decadência chegam à Justiça.

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