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A RESISTÊNCIA TAMBÉM SE ESCREVE

Quando o mito vira vergonha: Zambelli coleciona condenações e expõe a podridão da direita fanática

Pela Redação | A Voz do Povo em Tela

O bolsonarismo sempre se apresentou como a “voz da moralidade”, mas na prática se tornou um poço sem fundo de vexames e condenações. A mais nova cena desse circo grotesco veio do Supremo Tribunal Federal, que condenou, por 9 votos a 2, a deputada licenciada Carla Zambelli (PL) a 5 anos e 3 meses de prisão. O motivo? Na véspera do segundo turno das eleições de 2022, a musa dos fanáticos sacou uma pistola e saiu correndo pelas ruas de São Paulo atrás de um homem desarmado. Um espetáculo digno de filme de ação barato, só que com a democracia em jogo.

A cena de Zambelli armada, exaltada e fora de si, entrou para a história como símbolo da insanidade bolsonarista: um movimento que normalizou armas, violência, fake news e a perseguição política em nome de um “bem maior” que nunca existiu. Agora, com a decisão do STF, a parlamentar amarga mais uma derrota que revela a essência da extrema direita: valentia só quando tem plateia, mas covardia diante da lei.

E não para por aí. Em maio, a mesma Zambelli já havia sido condenada a 10 anos de prisão por invadir o sistema eletrônico do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e adulterar documentos oficiais. Presa na Itália, ela hoje aguarda extradição, enquanto sua defesa tenta vender ao público a velha narrativa de “perseguição política”. Ou seja, a ladainha é a mesma de Bolsonaro, Damares e toda a trupe: nunca assumem erros, sempre são “injustiçados”.

O que resta ao bolsonarismo é um legado de vergonha: ex-presidente inelegível até 2030, filhos atolados em investigações de rachadinha e aliada condenada por sair armada em plena eleição. Os mesmos que se diziam “defensores da família e da pátria” agora colecionam processos e manchetes policiais.

Zambelli, que antes gritava nas redes sociais contra a corrupção e jurava defender os “bons costumes”, hoje vira piada internacional ao protagonizar perseguições armadas e invasões digitais. O bolsonarismo doentio, que tanto usou a Bíblia e a bandeira para enganar milhões, agora mostra seu verdadeiro rosto: arrogância, violência e delírio de poder.

No fim, a justiça se impõe. E cada condenação é um lembrete de que a democracia resiste, apesar dos ataques daqueles que juraram destruí-la em nome de um falso moralismo.


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