
Um Judiciário que se curva não é Justiça, é servidão – e no Brasil, quem manda é a Constituição
Pela Redação | A Voz do Povo em Tela
No palco do Fórum Empresarial Lide, no Rio de Janeiro, Alexandre de Moraes não discursou: ele cravou um recado que ecoa para todo o país. Sem citar nomes, mas mirando diretamente os que atacam o Supremo, o ministro lembrou que o respeito à Justiça só existe quando há independência. E deixou claro: quem se acovarda diante da pressão não merece vestir a toga.
“Só um Poder Judiciário independente é respeitado. O respeito se dá pela independência. Um Judiciário vassalo, covarde, que busca fazer acordos para que o país momentaneamente deixe de estar conturbado, não é um Judiciário independente. E o Judiciário no Brasil é um Judiciário independente. Os ataques podem continuar a ser realizados de dentro ou de fora, pouco importa. O juiz que não resiste à pressão deve mudar de profissão e fazer outra coisa na vida.”, afirmou Moraes.
Em tempos de fake news, ameaças e discursos de ódio contra ministros do STF, a fala foi um lembrete de que a democracia brasileira não está à venda e não se curva a bravatas. Moraes mostrou, mais uma vez, porque é visto como guardião da Constituição: firme, incisivo e intolerante com o autoritarismo disfarçado de “patriotismo”.
O recado atravessa as bolhas digitais e chega à elite política que, vez ou outra, sonha em transformar o Judiciário em balcão de negócios. Moraes avisou: não há conciliação com o arbítrio. O STF não é trincheira de covardes, é a muralha que garante ao povo brasileiro o direito de viver em democracia.
Ao defender a independência do Judiciário, Moraes não defende apenas o Supremo: ele defende a liberdade de todos os brasileiros. E enquanto houver quem tente calar a Corte, haverá sempre ministros dispostos a lembrar que a Constituição não é papel de enfeite – é a base da República.

Deixe um comentário