
Senador licenciado, ministro de Lula e articulador silencioso, Fávaro reúne técnica, política e equilíbrio para liderar o estado no pós-Mauro Mendes
Pela Redação | A Voz do Povo em Tela
🌾 Do campo à Esplanada: como Fávaro virou peça-chave do agro e da política
Carlos Henrique Baqueta Fávaro construiu sua reputação longe dos gabinetes. Filho do agro, foi presidente da Aprosoja-MT e da Aprosoja Brasil, antes de ingressar na política institucional. Em 2015, assumiu como vice-governador de Mato Grosso. Já em 2020, após a cassação da senadora Selma Arruda, foi eleito para o Senado com mais de 700 mil votos — um feito que o colocou no centro das decisões políticas do estado.
Com a eleição de Lula, Fávaro foi convidado a comandar o Ministério da Agricultura e Pecuária. Desde então, equilibra sua atuação em Brasília com presença constante em Mato Grosso, onde vem sendo visto por lideranças como nome forte para disputar o governo estadual em 2026.
🇧🇷 Brasília o conhece, Mato Grosso o respeita
Fávaro tem usado sua posição no governo federal para atrair investimentos e programas para o estado. Recentemente, esteve à frente do Plano Safra 2025, que destinou R$ 400 bilhões ao setor agropecuário — dos quais mais de R$ 20 bilhões foram direcionados à região Centro-Oeste. Segundo a Conab, Mato Grosso colheu 91,4 milhões de toneladas de grãos na safra 2024/2025, mantendo-se líder nacional.
Além dos números, a atuação política é estratégica: prefeitos de todas as siglas, vereadores e lideranças comunitárias têm demonstrado apoio ao ministro.
“A missão no ministério é nacional, mas meu compromisso com Mato Grosso é permanente”, afirmou Fávaro durante uma agenda em Lucas do Rio Verde.
🧭 Articulação sem ruído: pontes com esquerda, centro e agro
Nos bastidores, Fávaro articula com habilidade. Tem bom trânsito com figuras como o senador Jayme Campos (União Brasil), o deputado Max Russi (PSB) e o próprio governador Mauro Mendes, com quem já dividiu a chapa executiva. Ao mesmo tempo, mantém diálogo aberto com a federação PT-PCdoB-PV, o que amplia seu alcance para além das fronteiras ideológicas.
“Fávaro representa um ponto de equilíbrio raro hoje em dia. É técnico, político e confiável”, afirma um interlocutor próximo à base do governo federal.
Esse diálogo transversal fortalece seu nome como possível “candidato de unidade” para setores que buscam moderação, competência e resultados.
📍 Presença no interior e escuta ativa como método
O ministro tem percorrido diversas regiões do estado, especialmente o norte e médio-norte, com agendas que incluem entrega de equipamentos, diálogo com sindicatos e encontros com prefeitos. Seu estilo tem sido discreto, mas firme.
“Ele vem, ouve, entrega, volta e acompanha. Isso é raro”, comentou um prefeito do Vale do Arinos.
Esse modo de operar se contrapõe a figuras como Wellington Fagundes (PL), que articula sua pré-candidatura pela direita, mas enfrenta alta rejeição, e Otaviano Pivetta (Republicanos), cotado como sucessor de Mendes, mas ainda sem protagonismo fora do grupo governista.
📊 Dados que sustentam sua força
De acordo com o IBGE, Mato Grosso representa hoje cerca de 16% de toda a produção agrícola do país. Além disso, o estado lidera na produção de soja, milho e algodão, consolidando-se como potência econômica e agroexportadora.
Como ministro, Fávaro já assinou acordos com países como China, Vietnã e Indonésia, ampliando os mercados para o agro mato-grossense. Também é defensor de políticas públicas para agricultura familiar, o que o aproxima de movimentos sociais e setores progressistas.
🗳️ O nome mais pronto para 2026?
Se as eleições de 2026 forem pautadas por capacidade de entrega, diálogo e equilíbrio entre desenvolvimento e sensibilidade social, Carlos Fávaro pode chegar como nome competitivo e viável. Ele não é visto como um rompedor, mas como um construtor — e isso pesa num estado cada vez mais cansado de polarização.
“Mato Grosso quer gestão, não guerra política. E Fávaro sabe ouvir e fazer”, disse um vereador de Tangará da Serra, em evento recente com o ministro.
Ainda sem anunciar oficialmente sua intenção de disputar, Fávaro se mantém em campo, com o jogo nas mãos e uma rede de apoio cada vez mais visível.
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Quem deveria se aliar a ele na disputa de 2026?
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