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A RESISTÊNCIA TAMBÉM SE ESCREVE

A palhaçada continua: bolsonaristas apelam ao velho terror do comunismo e da Venezuela para esconder o fracasso do ato flopado em Sinop

Pela Redação | A Voz do Povo em Tela

Mais uma vez, o mesmo roteiro mal ensaiado. Em cima de um palanque esvaziado, o bolsonarismo tentou, sem sucesso, reviver o velho teatro da mentira, agora encenado por Babalu, bolsonarista fanático de Sinop, e Fábio Turra Jaeger, vice-prefeito de Tabaporã. Com discursos vazios, alarmistas e descolados da realidade, os dois protagonizaram mais um capítulo do espetáculo da desinformação, apelando para o eterno delírio: “o Brasil vai virar Venezuela”.

Mas vamos aos fatos: enquanto eles gritam “comunismo”, o arroz está custando R$ 13 o pacote de 5 kg na Casa Aurora, e o povo está de barriga cheia — não comendo cachorro e lixo, como dizem nas fake news de zap. Quem acredita nisso em pleno 2025, ou é mal-intencionado, ou foi reprovado na alfabetização política básica.

E se o vexame fosse só isso, já bastaria. Mas não. Entraram em cena também Mirtes da Transterra — aquela que foi candidata a prefeita em Sinop e virou meme por não conseguir sequer pronunciar o nome da “lei Magnitsky” — e Rodrigo Gargantini, recém-eleito vereador em Sinop (MT), que subiu ao palanque para agradecer a “sanção” imposta ao ministro Alexandre de Moraes pelo presidente Donald Trump.

No país paralelo onde vivem, Trump lidera os EUA, a Venezuela invadiu o Brasil, o Alexandre é ditador e a lei Magnitsky vai salvar a democracia. No mundo real, não conseguiram nem encher a praça em Sinop. O evento, que reuniu apoiadores de Sinop e região, somou pouco mais de 500 pessoas — e nem os organizadores tiveram coragem de postar a vergonha nas redes.

E como se não bastasse o delírio coletivo, surge agora a voz do ex-vereador Adenilson Rocha, do PSDB, que subiu ao microfone para repetir mais um mantra cansado da extrema direita: chamou Lula de ladrão, disse que há “pessoas presas injustamente” e que pra “mudar o Brasil” é preciso colocar “pessoas do bem” na política. Tudo isso, claro, envolto em um moralismo barato e o clássico “eu acredito na família e nos valores”.

E então, para coroar o circo bolsonarista, sobe ao palanque o deputado estadual Gilberto Cattani, do PL de Mato Grosso. E o discurso dele foi uma aula de vergonha alheia. Disse que Eduardo Bolsonaro se exilou nos Estados Unidos, agradeceu a Donald Trump como “válvula de escape” do Brasil, e soltou frases de ódio e baixaria pública. Em suas palavras: “vagabundos”, “marginais”, “canalhas” que “cagaram na bandeira verde e amarela”. Isso mesmo. O deputado disse que a esquerda cagou na bandeira — e quer agora usá-la de volta. Um discurso que parecia mais um surto do que uma manifestação política.

Segundo Cattani, a “liberdade virá” por meio do “remédio amargo”. Talvez ele esteja se referindo à derrota eleitoral, às condenações por tentativa de golpe ou à saudade dos tempos de fake news sem consequências.

Enquanto isso, no mundo real:

– 🌎 O Brasil voltou ao Top 10 das maiores economias do mundo;
– 📉 A inflação está controlada e os alimentos mais baratos;
– 💰 O salário mínimo tem ganho real novamente;
– 🏠 O Minha Casa Minha Vida voltou com mais de 650 mil unidades contratadas;
– 📄 O Desenrola Brasil já renegociou dívidas de mais de 1 milhão de pessoas;
– 🎓 O Pé‑de‑Meia está pagando incentivo a jovens do ensino médio;
– 🍽️ Os Restaurantes Populares voltaram com comida a R$ 1;
– 🚫🍽️ O país saiu do Mapa da Fome da ONU;
– 🌾💸 E o maior Plano Safra da história foi lançado por Lula em julho de 2025, com R$ 516,2 bilhões para a agricultura empresarial, além de R$ 89 bilhões para a agricultura familiar — um agrado até para os ingratos do Mato Grosso que agora gritam “Venezuela”.

Mas eles preferem viver no delírio bolsonarista, em que o filho do ex-presidente é herói, e o presidente dos EUA é Trump. É o grau máximo da alienação política. É o fim da linha para quem perdeu tudo — até o senso do ridículo.

O que Babalu, Mirtes da Transterra, Fábio Turra Jaeger, Rodrigo Gargantini, Adenilson Rocha e Gilberto Cattani não aceitam é que o povo brasileiro já escolheu. Escolheu Lula. Escolheu reconstruir. Escolheu sair do zap para voltar a comer com dignidade. E nada, nem palanque golpista, nem discurso cagado de ódio, vai impedir o Brasil de seguir em frente.

Porque o Brasil não virou Venezuela. O Brasil virou exemplo. E quem quiser continuar chorando no zap, que chore. Só não atrapalhe.


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