Nem o cabresto apertado da elite sinopense conseguiu encher a Praça da Bíblia. Gritaram por “liberdade” e foram ouvidos apenas pelos pombos e ambulantes da pipoca.
Pela Redação | A Voz do Povo em Tela

A tão esperada, anunciada e repetidamente compartilhada “grande manifestação de domingo” em Sinop terminou como já era previsto: num sonoro silêncio. As imagens aéreas falam por si. A multidão prometida não apareceu. No lugar de um mar de gente, vimos poças de desinformação espalhadas entre banquinhos vazios, alguns trios elétricos desesperados por atenção e meia dúzia de camisas amarelas tentando fingir que ainda há pauta, fôlego e público.
E pensar que a elite sinopense jurava que o povo voltaria às ruas para defender quem? Michele? Valdemar? Zambelli? Ou seria o clã que agora vive nos Estados Unidos, tomando Starbucks enquanto a gadaiada sobe em caixa d’água? Mas algo mudou. O povo percebeu que foi usado, feito de massa de manobra, enquanto os verdadeiros chefes do espetáculo fugiram pela porta dos fundos — e sem olhar pra trás.
As redes sociais, que antes fervilhavam com fake news e vídeos editados em porões bolsonaristas, agora mostram uma nova realidade: o povo cansou. O trabalhador que vive com um salário mínimo acordou. O beneficiário do Bolsa Família não se ilude mais com a promessa de “fábricas de chips” que nunca existiram. O jovem do Pé-de-Meia entendeu que educação liberta, e não se faz manifestação contra um governo que colocou comida na mesa, escola na rua e dignidade no CPF.
A Praça da Bíblia, coitada, foi o palco de mais um mico nacional. De Brasília a Sinop, a cena se repete: cadeiras vazias, bandeiras desbotadas e cartazes com erros de português. E o som? O som é do fracasso ecoando alto.
Segundo estimativa com base nas imagens aéreas, o público presente na manifestação não passou de 600 pessoas. Isso num município com 216 mil habitantes, ou seja, apenas 0,28% da população se prestou a ir até a praça para repetir palavras de ordem que já não colam mais. Já teve aniversário infantil com mais engajamento.
E o mais curioso (ou não): nenhum dos organizadores teve coragem de postar uma única foto do ato em suas redes sociais. O vexame foi tamanho que nem com filtro se salva. E a senadora bolsonarista Rosana Martinelli, a Tia Rô, que fez vídeo convocando o povo? Nem apareceu. Estava curtindo o friozinho no Sul do país enquanto deixava a gadaiada falando sozinha. Chupa!
Detalhe: foram para a rua em “defesa do Brasil” e acabaram apoiando a taxação do Trump contra produtos brasileiros, na tentativa desesperada de sabotar a economia. Enquanto isso, a China — que realmente importa — autorizou 183 empresas brasileiras a exportarem café, abrindo novos mercados para nosso povo trabalhador. Mas isso a gadaiada não posta…
E só pra lembrar os esquecidos de sempre: Lula segue sendo o presidente eleito democraticamente. Xandão segue firme no STF. E os julgamentos, audiências e condenações dos envolvidos nos atos antidemocráticos de 8 de janeiro continuarão ocorrendo dentro das famosas quatro linhas que o “mito” tanto dizia respeitar. Viva o Xandão! Viva o Supremo Tribunal Federal!
Parabéns aos organizadores. Conseguiram fazer história: a menor manifestação já registrada em pleno Mato Grosso. Nem a galera do “pix da liberdade” apareceu.
Enquanto isso, o país segue girando, o povo segue trabalhando, e a democracia segue viva — apesar de quem insiste em repetir que ela não existe. Mas existe sim. E não é com meia dúzia de barraca e um trenzinho da alegria que vão derrubar a Constituição.
Pra fechar, uma pergunta retórica: cadê o povo que ia mudar o Brasil de amarelo nas ruas? Sumiu. Porque o povo de verdade, o que trabalha, estuda, planta, cozinha e constrói esse país, tá muito ocupado vivendo — e não caindo em mais um conto da elite derrotada.
O ato tinha o nome de “Reaja Brasil”, mas a população preferiu reagir com inteligência: ficou em casa, assistindo uma série na Netflix, comendo pipoca e vendo de camarote o “Flopou em Sinop”.

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