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A RESISTÊNCIA TAMBÉM SE ESCREVE

Presidente soma vitórias nas urnas, respeito às religiões e alta aprovação; direita afunda em mentiras e perde fôlego até entre evangélicos

Pela Redação | A Voz do Povo em Tela

Luiz Inácio Lula da Silva aparece na liderança em todos os cenários testados pelos principais institutos de pesquisa para as eleições de 2026. Os dados mais recentes, das pesquisas AtlasIntel, Datafolha e Genial/Quaest, indicam não só favoritismo absoluto, como também a possibilidade real de vitória já no primeiro turno — o que tem tirado o sono da extrema-direita.

Na pesquisa AtlasIntel, realizada entre 25 e 28 de julho de 2025, Lula tem 47,8% das intenções de voto contra 44,2% de Jair Bolsonaro, mesmo inelegível. Em cenários sem Bolsonaro, Lula vence com ampla vantagem nomes como Michelle Bolsonaro, Tarcísio de Freitas e Eduardo Leite. Na pesquisa Genial/Quaest, Lula soma 32%, contra 26% de Bolsonaro, e lidera todos os confrontos simulados. O Datafolha reforça a tendência: Lula está à frente em todos os cinco cenários testados para o primeiro turno.

O crescimento vem acompanhado da recuperação da popularidade do governo. Pela primeira vez em 2025, a aprovação de Lula ultrapassou a rejeição: 50,2% dos brasileiros aprovam sua gestão, contra 49,7% que desaprovam. A virada ocorreu após o enfrentamento firme ao tarifaço de Donald Trump contra o Brasil e à defesa da soberania nacional frente a interesses estrangeiros.

Ao mesmo tempo, a campanha bolsonarista se afunda nas mesmas mentiras de sempre. Em 2022, espalharam que Lula fecharia igrejas evangélicas, perseguiria cristãos e atacaria a liberdade religiosa. Três anos depois, nenhuma igreja foi fechada, nenhuma fé foi perseguida e nenhuma ameaça à liberdade de culto aconteceu. Pelo contrário: Lula segue respeitando todas as crenças, como sempre fez — inclusive quando sancionou leis de proteção à liberdade religiosa em seus mandatos anteriores.

Mesmo entre os evangélicos, Lula mantém cerca de um terço dos votos. A máquina de fake news perde força à medida que o povo percebe quem governa com responsabilidade e respeito. Nem mesmo a rejeição inflada consegue apagar a realidade: Lula não governou contra a fé de ninguém, e sua trajetória é marcada pelo diálogo, não pela perseguição.

A caminhada de Lula é a própria história da persistência. Foi derrotado nas eleições de 1989, 1994 e 1998. Venceu em 2002, se reelegeu em 2006, teve os direitos políticos restituídos e voltou à presidência em 2022, com a maior votação da história. Agora, com as pesquisas a seu favor, caminha para um inédito quarto mandato — algo que nenhum outro presidente brasileiro conseguiu.

Os bolsonaristas sabem disso. Sentem. E por isso, gritam. Mas grito não vence eleição. Mentira não vence urna. E ódio não apaga legado. Se a eleição fosse hoje, Lula ganharia. E talvez nem precisasse de segundo turno.


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