Bolsonaristas tentam transformar a fuga de Zambelli em uma luta pela “liberdade”, enquanto a deputada enfrenta as consequências de seus próprios crimes.
Pela Redação | A Voz do Povo em Tela

A deputada Carla Zambelli, exímia defensora da “ordem” e da “moralidade”, agora tenta escapar da sua própria justiça ao se esconder na Itália. Acusada de crimes como invasão ao sistema eletrônico do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e falsidade ideológica, Zambelli não pensou duas vezes antes de atravessar o oceano e se esconder na Europa. Mas a “aventura” não durou muito.
Após ser detida em Roma, Zambelli foi levada para a prisão feminina de Rebibbia, onde tentará, com muito charme e discursos vazios, convencer a Justiça italiana de que não deveria ser extraditada para o Brasil. Durante sua audiência de custódia, a deputada teve a ousadia de pedir que o julgamento fosse feito em solo europeu, como se sua “fuga” pudesse ser uma justificativa para livrá-la das acusações que pesam contra ela.
Por enquanto, Zambelli está trancafiada, com a justiça italiana decidindo que sua prisão deve continuar. O próximo capítulo dessa novela será escrito em 13 de agosto, quando haverá uma nova audiência. O desfecho dessa história, claro, dependerá de quão boa será a “aventura” da deputada em sua tentativa de escapar da prisão. Afinal, como todo bolsonarista que se preza, ela ainda acredita que pode burlar o sistema – só que dessa vez, parece que a maré não está a seu favor.
Enquanto isso, os seguidores fervorosos de Zambelli, sempre prontos para defender a “honra” de sua líder, já começaram a levantar bandeiras pedindo sua libertação. Talvez esteja chegando o momento de eles entenderem que, mesmo no “mundo livre” da Itália, os crimes cometidos têm consequências. E quem tenta fugir da justiça, acaba tendo que enfrentar a verdadeira “ordem” das coisas – a justiça, que não se deixa enganar.

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