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A RESISTÊNCIA TAMBÉM SE ESCREVE

Bolsonaristas apoiam a taxação, prejudicando o agronegócio brasileiro — os mesmos que mais financiaram os atos golpistas de 8 de janeiro, enquanto buscam proteger a família Bolsonaro da prisão

Pela Redação | A Voz do Povo Em Tela

Na última semana, o Brasil foi cenário de uma nova onda de ataques contra a democracia e as instituições republicanas. Um brasileiro foragido, alvo de investigações, proferiu ameaças diretas aos presidentes da Câmara dos Deputados, deputado Hugo Mota, e do Senado Federal, senador Davi Alcolumbre. Em um claro ato de chantagem, o indivíduo exigiu que os líderes do Congresso votassem favoravelmente à anistia, ou enfrentariam consequências devastadoras para a economia do país, com a manutenção das tarifas e a aplicação da “morte financeira” contra o Legislativo. Uma tentativa de forçar a aprovação de uma anistia inconstitucional e, para o presidente do Senado, o início de um procedimento de impeachment contra ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), sem qualquer indício de crime de responsabilidade, mas apenas pela discordância de sua atuação legítima.

Essas ameaças, além de desrespeitosas, são uma clara tentativa de subverter a ordem constitucional do país e enfraquecer as instituições que protegem a democracia. A postura golpista está à vista, com claros interesses de favorecer réus em ações penais, prejudicando o funcionamento regular das instâncias judiciais.

As falas dos ministros da Suprema Corte são claras e objetivas para garantir a soberania nacional e a ordem pública. O STF não se curva a intimidações. “Este Supremo Tribunal Federal não se dobra a intimidações. A toga que vestimos simboliza a imparcialidade e o compromisso exclusivo com a Constituição”, afirmou um dos ministros. Outro acrescentou: “É imperioso reafirmar a soberania nacional do Brasil. Somos uma nação dotada de um sistema jurídico robusto e independente, construído sob os pilares da democracia e do Estado de Direito. Ataques à nossa atuação jurisdicional representam não apenas um desrespeito à nossa Corte, mas um afronto à própria soberania de nosso país.”

A importância do respeito mútuo entre as nações e a não ingerência nos assuntos internos do Brasil também foi destacada. “Em um cenário global cada vez mais interconectado, o respeito mútuo entre as nações e a não ingerência em assuntos internos são princípios básicos da convivência pacífica e harmoniosa.”

Em outro momento, um ministro vinculou os ataques ao modus operandi golpista que vem se repetindo no país. “O modus operandi é o mesmo. O modus operandi golpista é o mesmo”, afirmou. “Antes, acampamentos na frente dos quartéis, invasão na Praça dos Três Poderes, para que com isso houvesse, como mais de 500 réus confessaram, a convocação de GLO e as Forças Armadas, gerando uma comoção nacional, e aí houvesse a possibilidade do golpe”, lembrou o ministro.

A estratégia golpista continua a seguir a mesma linha, buscando gerar crises econômicas e sociais para criar instabilidade política. “Incentivo a taxações ao Brasil, incentivo à crise econômica, que gera crise social, que, por sua vez, gera crise política, para que novamente haja uma instabilidade social e a possibilidade de um novo ataque golpista”, explicou o ministro. “Essa geração de pressão política e social contra os poderes judiciário e legislativo tem claramente a finalidade ilícita de favorecer interesses pessoais”, afirmou.

A postura do STF tem sido firme e intransigente, com os ministros trabalhando incansavelmente para garantir que a Constituição seja respeitada e que aqueles que atentam contra a democracia sejam responsabilizados.

Ato Golpista em Sinop: A População Não Pode Se Deixar Enganar

Enquanto o STF se mantém firme na defesa da Constituição, outras ameaças à democracia estão sendo organizadas em cidades como Sinop, em Mato Grosso. No próximo dia 3 de agosto, um novo ato será realizado na Praça da Bíblia, com apoio explícito daqueles que, em 2022, participaram ativamente de ações golpistas, como os bloqueios na BR-163 e os acampamentos antidemocráticos.

Esses mesmos indivíduos, que defendem pautas que prejudicam o agronegócio e buscam desestabilizar o governo Lula, são os mesmos que se escondem atrás de falácias de patriotismo. “Esse povo que vai para a rua no dia 3 de agosto são os mesmos que apoiaram os atos golpistas de 2022, trancando a BR-163, fazendo o acampamento no estádio em Sinop e ajoelhando na frente do tiro de guerra aqui no município de Sinop”, denunciou o articulador político local.

Em uma crítica ácida, o texto destaca a hipocrisia dos chamados “patriotas”: “Essas pessoas que se dizem patriotas, só se for patriota da Shopee, é um bando de vira-latas que bate continência para a bandeira americana, fazem de tudo para prejudicar a economia, para desestabilizar o governo, que aparece em primeiro lugar em todas as pesquisas, que irá se reeleger em 2026, Luiz Inácio Lula da Silva.”

O artigo segue com um apelo à conscientização da população local: “Sinop não merece esses golpistas no poder. A população sinopense tem que abrir o olho e não votar em candidatos que são anti-democracia, não podem votar em candidatos que pedem ditadura militar.”

Conclusão: Defesa Intransigente da Democracia

É preciso fazer uma escolha clara. A democracia, a soberania nacional e o Estado de Direito estão em risco. Os golpistas de hoje são os mesmos de ontem, e o povo precisa estar atento para não ser enganado. A população de Sinop e de todo o Brasil deve se unir em defesa da democracia e das instituições, garantindo que o Brasil continue avançando em um caminho de estabilidade, desenvolvimento e justiça para todos.

Não à ditadura! Não à desestabilização! A democracia é nossa!


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