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A RESISTÊNCIA TAMBÉM SE ESCREVE

Presidente brasileiro resiste à pressão de Trump e Bolsonaro para entregar o sistema de pagamentos ao controle das big techs americanas; Brasil lidera revolução digital com o Pix e se torna referência mundial

Pela Redação | A Voz do Povo Em Tela

Enquanto o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaça taxar produtos brasileiros e pressiona o país a adotar sistemas financeiros dominados por empresas americanas, o governo Lula se mantém firme na defesa da soberania nacional e da autonomia tecnológica. No centro dessa disputa está o Pix, sistema de pagamentos instantâneos e gratuito criado pelo Banco Central do Brasil em 2020, que transformou radicalmente a economia digital brasileira.


Um sistema público que virou referência mundial

Ao contrário de alternativas privadas como WhatsApp Pay, Google Pay, Apple Pay e PayPal, o Pix é público, gratuito e sob controle do Estado brasileiro. Ele permite transferências instantâneas, 24 horas por dia, sete dias por semana, sem cobrança de taxas para pessoas físicas.

Desde sua criação, o Pix já movimentou mais de R$ 60 trilhões, sendo R$ 26 trilhões apenas em 2024. Atualmente, é responsável por mais de 40% de todas as transações financeiras do Brasil, superando TEDs, DOCs e boletos somados. O número de usuários ultrapassa 160 milhões de pessoas.


Inclusão financeira e independência tecnológica

Mais do que uma ferramenta de praticidade, o Pix democratizou o acesso ao sistema financeiro, especialmente entre pequenos empreendedores e trabalhadores informais. Sem taxas abusivas ou dependência de maquininhas, o sistema virou sinônimo de inclusão e economia para milhões de brasileiros.

Além disso, o Pix impediu o avanço do monopólio estrangeiro no mercado de pagamentos digitais. Se o Brasil tivesse adotado o WhatsApp Pay, por exemplo, uma taxa de 1% sobre os R$ 26 trilhões movimentados em 2024 teria transferido R$ 260 bilhões diretamente para empresas americanas. Um saque digital bilionário travestido de inovação.


O ataque à soberania via big techs

As investidas de Trump e das big techs contra o Pix não são apenas econômicas — são geopolíticas e ideológicas. Empresas como Meta (dona do WhatsApp, Facebook e Instagram) lucram bilhões com dados pessoais e financeiros de seus usuários. Ao controlar as redes sociais e, agora, tentar dominar os meios de pagamento, essas corporações visam concentrar ainda mais poder.

Imagine uma única empresa estrangeira controlando suas conversas, seu entretenimento, suas compras, seus debates políticos e, por fim, seu dinheiro. É isso que o modelo das big techs oferece: vigilância, manipulação e dependência digital.

E como já vimos no escândalo da Cambridge Analytica, essas plataformas não hesitam em interferir em eleições e moldar opiniões públicas ao redor do mundo. Trump sabe disso. Bolsonaro também.


O papel de Lula: liderança e resistência

Diante desse cenário, o presidente Lula se coloca como defensor intransigente da soberania digital brasileira. Sua gestão não apenas protegeu o Pix como busca expandir o modelo para outros países da América Latina e África, promovendo integração regional e transferência de tecnologia.

Enquanto Bolsonaro atuava para entregar setores estratégicos ao controle estrangeiro — como os dados do SUS, os Correios, a Eletrobras e o próprio sistema de pagamentos —, Lula reafirma o compromisso com a autonomia tecnológica, a inovação nacional e a liberdade dos brasileiros.


O Brasil como protagonista global

O sucesso do Pix transformou o Brasil em referência mundial em economia digital. Países como Argentina, Colômbia, México, Chile, Índia e África do Sul estudam adotar sistemas semelhantes. O Banco Central já atua em iniciativas internacionais para padronizar pagamentos instantâneos entre países.

Nesse contexto, o Brasil prova que é possível inovar sem entregar os dados e o dinheiro do povo para bilionários estrangeiros.


A batalha em curso

A recente ameaça de Trump de impor tarifas ao Brasil, com apoio de Bolsonaro, tem como pano de fundo essa disputa pela hegemonia digital. O vice de Trump, J.D. Vess, foi escolhido a dedo por um dos fundadores do PayPal, revelando o quanto os interesses das big techs estão por trás da política externa dos EUA.

Mas o Brasil de Lula resiste.

Não é só sobre o Pix. É sobre quem comanda o nosso futuro. É sobre liberdade, segurança, dignidade. É sobre não se curvar ao laranjão do norte nem aos seus capachos locais.


O Pix é soberania. O Pix é do povo. E o Brasil não está à venda.


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