Enquanto Eduardo Bolsonaro grava vídeos nos EUA, o Brasil pode perder milhares de empregos por causa da irresponsabilidade de um deputado ausente que tenta salvar o pai da cadeia.
Pela Redação | A Voz do Povo Em Tela

Um estudo publicado neste fim de julho revela: até 100 mil trabalhadores brasileiros podem perder o emprego caso entrem em vigor as tarifas de até 50% que os Estados Unidos ameaçam aplicar sobre produtos brasileiros. O responsável? Eduardo Bolsonaro (PL-SP), que embarcou para os EUA para “negociar” com Donald Trump — atual presidente norte-americano — o que na prática virou um atentado contra a soberania nacional.
Sem qualquer respaldo do governo brasileiro ou chancela institucional, Eduardo foi aos EUA atuar como lobista da própria família, tentando salvar o pai da cadeia após os escândalos de golpe de Estado, milícias digitais e joias ilegais.
E o resultado da “missão”? O presidente Trump, aliado da extrema-direita global, anunciou publicamente a intenção de sobretaxar em até 50% as exportações brasileiras, atingindo diretamente setores como proteína animal, café, suco de laranja e derivados da agroindústria. O estudo, divulgado pelo portal Brasil 247, estima que as medidas podem resultar na demissão de até 100 mil trabalhadores em todo o país.
Um deputado ausente, um canalha impune
Eduardo Bolsonaro passou apenas 13 dias trabalhando na Câmara dos Deputados em 2025, mas passou semanas nos Estados Unidos, gravando vídeos, dando entrevistas e atacando o próprio Brasil, num comportamento que revela um complexo de vira-lata misturado com traição nacional.
Mais do que um desastre diplomático, trata-se de um crime moral e político contra os trabalhadores brasileiros, que agora estão sob o risco de perder o emprego para que o clã Bolsonaro tente barganhar apoio internacional em troca da destruição da economia nacional.
O que está em jogo?
- Empregos: até 100 mil demissões podem ocorrer nas cadeias produtivas mais afetadas pelas tarifas;
- Exportações: o Brasil pode perder bilhões em receita com queda nas vendas aos EUA;
- Soberania: Eduardo age como se fosse embaixador de um governo paralelo — sem mandato, sem legitimidade, sem autorização oficial;
- Crime político: tudo isso para tentar blindar um ex-presidente com tornozeleira eletrônica, réu em diversos processos e declarado inelegível por 8 anos pelo TSE.
A farsa do patriotismo
Bolsonaro pai sempre falou em “Deus, Pátria, Família e Liberdade”. Mas agora se esconde atrás do filho e de aliados estrangeiros, enquanto o povo brasileiro paga a conta. Que tipo de patriota entrega sua nação a uma potência estrangeira em troca de autoproteção?
Quem insulta a bandeira brasileira nos palanques, hoje faz juras de amor à bandeira dos Estados Unidos, mesmo que isso custe empregos, renda e dignidade para o povo trabalhador.
O povo vai cobrar
Não há justificativa que sustente esse ataque à soberania. E se o tarifácio for confirmado, a culpa tem nome, sobrenome e tornozeleira eletrônica: Jair e Eduardo Bolsonaro.
É hora do Brasil reagir. Com firmeza. Com consciência. E com justiça.

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