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Prefeitura de Sinop diz que pagou R$ 6,2 milhões antecipados à OS, mas servidores seguem sem salário e sob incertezas

Pela Redação | A Voz do Povo Em Tela

A saúde pública de Sinop virou um labirinto de contratos milionários, terceirizações e desculpas. Após denúncias de salários atrasados na UPA, Policlínica e unidades básicas, o secretário municipal de Saúde veio a público afirmar que a Prefeitura já repassou R$ 6,2 milhões antecipadamente à organização social responsável pela gestão de nove UBS, uma UPA e uma Policlínica.

Segundo o secretário Erico Stevam Gonçalves, o Município não deve nada à empresa terceirizada e está com os pagamentos “em dia”. Alega ainda que o problema seria uma prestação de contas enviada com inconformidades, e que as notificações à OS já estão sendo providenciadas.

O curioso é que, mesmo com tanto dinheiro público envolvido, os profissionais seguem sem receber seus salários. A pergunta que ecoa nas ruas e corredores das unidades de saúde é simples:
se a Prefeitura administrasse diretamente essas estruturas, será que não sairia mais barato e mais eficiente?

A cada novo escândalo envolvendo a terceirização da saúde, a confiança dos servidores e da sociedade se esvai. Afinal, o repasse foi feito. O contrato foi pago. Mas o trabalhador segue sem salário.


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