Subserviência a Trump expõe mais uma vez o complexo de vira-lata da extrema direita brasileira
Pela Redação | A Voz do Povo Em Tela

Em mais uma declaração que envergonha até quem já desistiu de se surpreender, o ex-presidente Jair Bolsonaro voltou a demonstrar total subserviência ao ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Questionado sobre as recentes ameaças comerciais feitas por Trump contra o Brasil, Bolsonaro limitou-se a dizer:
“Ação dele. Eu sou apaixonado por ele. Eu sou apaixonado pelo povo americano, pela política americana, pelo país que é os Estados Unidos.”
A frase, repetida com devoção quase religiosa, não é apenas constrangedora — é reveladora. Revela um complexo de vira-lata histórico, herdado por uma elite que sempre preferiu bajular potências estrangeiras do que defender os interesses do próprio povo brasileiro.
Enquanto Trump ameaça aplicar tarifas de até 50% sobre produtos brasileiros, como café, suco de laranja, carne e aviões, Bolsonaro segue em transe, tratando um ataque comercial como se fosse um afago. Nada de defesa da soberania nacional. Nenhuma palavra sobre os prejuízos ao agronegócio, à economia, aos trabalhadores. Só paixão. Amor unilateral.
🇺🇸 Bolsonaro ama Trump. E o Brasil?
É inadmissível que um ex-presidente da República se coloque de joelhos diante de um político estrangeiro que tenta abertamente interferir nos rumos do Brasil. Em vez de defender o país que o elegeu, Bolsonaro se declara “apaixonado” por aquele que pretende sabotar o Brasil economicamente para agradar seguidores golpistas.
Isso não é política. É servilismo. É abdicar da postura de estadista para agir como um capacho voluntário do trumpismo internacional.
✊ Um povo que se respeita não aceita bajuladores de impérios
O Brasil é uma nação com 200 milhões de habitantes, uma economia estratégica, uma cultura vibrante e um povo que merece ser liderado com dignidade e altivez — não por quem se ajoelha ao primeiro gringo autoritário que aparece.
É hora de romper com esse complexo colonial, de reafirmar que a nossa soberania vale mais do que qualquer discurso bajulador. Não precisamos ser subalternos para sermos respeitados. O respeito internacional começa por aqui: respeitando o Brasil.

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