Com promessa de caos, oração pra pneu e bomba em aeroporto, bolsonarismo virou fumaça quando veio a Justiça de verdade
Pela Redação | A Voz do Povo Em Tela

Lembra quando os bolsonaristas juravam de pés juntos que, se Bolsonaro fosse condenado ou preso, o Brasil ia parar? Pois bem… o ex-presidente agora pode pegar até 43 anos de prisão, conforme pedido apresentado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) ao STF no dia 15 de julho de 2025. Os crimes? Golpe de Estado, organização criminosa, abolição violenta do Estado Democrático de Direito, dano ao patrimônio público e deterioração de bens tombados.
E o Brasil? Continuou. Segue firme. Produzindo, investindo, gerando empregos — enquanto o bolsonarismo desmancha no ar.
Cadê as orações de pé descalço na frente do quartel? Cadê os pneus em chamas bloqueando BR? Cadê os patriotas da última hora? Sumiram. Nenhum sinal de manifestação. Nenhum protesto. Nenhuma buzina. Até a vó cagona do STF desapareceu do noticiário.
Em Sinop (MT), que protagonizou um vexame nacional em 2022, os bolsonaristas começaram a queimar pneus no mesmo dia do resultado das eleições. Bloquearam a rodovia em frente à Transterra, depois montaram acampamento no estádio e, em seguida, no Tiro de Guerra. Foram meses de fake news, fanatismo e orações para caminhão.
Alguns dos financiadores desses atos estão ligados a lideranças do agronegócio de Mato Grosso, com presença ativa em Sinop. Essa rede alimentou os acampamentos em Brasília, a tentativa de explodir o aeroporto, as invasões à sede da PF e, claro, o terrorismo golpista de 8 de janeiro.
Prometeram parar o país. Mas o Brasil não só não parou, como está passando o bolsonarismo a limpo. A vergonha não veio no débito. Veio no crédito e com fatura parcelada: CPI, STF, prisões, delações e agora o pedido de mais de quatro décadas de cadeia para o “mito”.
E os filhos do mito? Cadê Zambelli, Dudu Bananinha, Flávio Rachadinha e Renan do Cartão Corporativo? Sumiram. Estão em silêncio, desaparecidos ou tentando se esconder atrás de habeas corpus e imunidade parlamentar.
E cadê o Nicolas Chupetinha? Aquele que gastou R$ 750 mil de dinheiro público para se autopromover nas redes sociais? O campeão da lacração sumiu. Nenhuma nota. Nenhum vídeo. Nenhum “glória a Deux”. Parece que a chupeta caiu junto com a coragem.
A verdade é que o bolsonarismo foi inflado por correntes de WhatsApp, fake news e rezas de porta de quartel. Quando a realidade chegou com a Polícia Federal, o mito virou mico — e o mico fugiu com toda a turma da Zambelândia.

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