Com firmeza e estratégia, governo Lula monta força-tarefa ministerial para proteger o Brasil de ameaças externas e garantir reciprocidade nas relações comerciais
Pela Redação | A Voz do Povo Em Tela

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva publicou nesta terça-feira, 15 de julho de 2025, o Decreto nº 12.551, instituindo uma ação concreta em defesa da economia brasileira diante da ameaça de um tarifão de 50% imposto pelos Estados Unidos. O decreto regulamenta a Lei nº 15.122 de Reciprocidade Econômica e cria o Comitê Interministerial de Negociação e Contramedidas Econômicas e Comerciais, uma força-tarefa que atuará na proteção da soberania e dos interesses do Brasil.
O comitê será presidido pelo vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, e contará com os ministros Rui Costa (Casa Civil), Mauro Vieira (Relações Exteriores) e Fernando Haddad (Fazenda). Outros ministros poderão ser chamados conforme a pauta das reuniões.
A primeira missão do comitê será estratégica: ouvir os setores empresariais para mapear os impactos do anúncio do presidente dos EUA, Donald Trump, que decidiu aplicar tarifas de 50% sobre todos os produtos brasileiros a partir de 1º de agosto.
A medida anunciada por Trump — com claro viés protecionista e de confronto — foi recebida com serenidade e firmeza pelo governo brasileiro. Em vez de submissão, Lula agiu com inteligência: uniu ministérios, mobilizou diálogo com o setor produtivo e acionou os mecanismos legais para reagir com dignidade e estratégia, evitando qualquer tipo de colapso comercial.
As primeiras reuniões do comitê já começaram hoje (15), com participação de representantes da indústria e do agronegócio — setores diretamente afetados pela possível taxação.
A criação desse comitê não é apenas uma resposta técnica: é um gesto político de coragem, soberania e compromisso com o povo brasileiro. Lula demonstra mais uma vez que, diferentemente dos governos anteriores, não aceita ser tratado como subalterno diante de potências estrangeiras. O Brasil não será colônia de ninguém.

Deixe um comentário