Frase viraliza nas redes e expõe a relação desigual entre Brasil e Estados Unidos, marcada por exploração econômica, golpes e subordinação política
Pela Redação | A Voz do Povo Em Tela

Uma frase simples, mas poderosa, tem circulado nas redes sociais e chamado atenção: “Brasil, quem te ama não te USA”. A mensagem é uma crítica direta à relação subserviente que parte das elites brasileiras insiste em manter com os Estados Unidos, muitas vezes em detrimento da soberania nacional, dos interesses do povo e do desenvolvimento autônomo do país.
A crítica não é nova. Desde o golpe militar de 1964, com apoio direto da CIA, passando pela pressão por privatizações nos anos 1990, até os interesses do agronegócio e das big techs nos dias atuais, os EUA sempre exerceram influência sobre o Brasil — quase nunca para beneficiar os brasileiros.
A atual crise nas relações comerciais, com a ameaça de taxação de até 50% imposta pelo governo de Donald Trump sobre produtos como carne, suco de laranja e café, é mais um capítulo dessa história. Enquanto isso, setores bolsonaristas e conservadores continuam a defender incondicionalmente os EUA, mesmo diante de medidas que ferem diretamente o Brasil.
A frase “Brasil, quem te ama não te USA” escancara essa contradição: como defender um país que constantemente impõe barreiras, interfere na política interna e tenta subjugar economicamente o Brasil?
No contexto geopolítico atual, cresce a necessidade de fortalecer blocos como o BRICS, buscar relações comerciais mais equilibradas com países da América Latina, África e Ásia, e retomar o orgulho nacional com políticas soberanas.
A mensagem é clara:
✊ Quem ama o Brasil, defende sua soberania.
💥 Quem se ajoelha aos EUA, colabora com a exploração.
🧠 Quem pensa, não se deixa usar.

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