Governo Lula lidera articulação internacional por soberania econômica e nova moeda global em resposta à tentativa de imposição dos EUA
Pela Redação | A Voz do Povo Em Tela

A recente ofensiva do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, contra o Brasil — com ameaça de taxações de até 50% sobre produtos nacionais como carne bovina, café e suco de laranja — acendeu o alerta global sobre o uso político e imperial do dólar nas relações internacionais.
Mas a resposta veio à altura. A Rússia, por meio do governo Putin, reagiu publicamente à medida e propôs uma expansão estratégica do BRICS, como forma de fortalecer os países emergentes e reduzir a dependência global da moeda norte-americana.
A iniciativa encontra respaldo imediato no Brasil, onde o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva já lidera um processo de articulação internacional para consolidar o BRICS como uma potência econômica autônoma. Com apoio crescente da China, África do Sul, Índia e agora de novos países interessados em aderir, o bloco caminha para criar uma nova moeda comum, que substituiria o dólar em grande parte das transações comerciais e financeiras entre os países-membros.
BRICS+: uma nova força global já em expansão
Com a entrada de novos países, o bloco se fortalece como alternativa concreta ao G7 e à hegemonia monetária dos EUA. O novo BRICS ampliado já conta com os seguintes membros:
🇧🇷 Brasil
🇷🇺 Rússia
🇮🇳 Índia
🇨🇳 China
🇿🇦 África do Sul
🇦🇷 Argentina
🇪🇬 Egito
🇪🇹 Etiópia
🇮🇷 Irã
🇸🇦 Arábia Saudita
🇦🇪 Emirados Árabes Unidos
Esse novo grupo, informalmente apelidado de “BRICS+” ou “Blink”, já representa mais de 45% da população mundial e mais de 30% do PIB global, o que o torna uma superpotência em formação.
Nova moeda, nova ordem: chega de dependência do dólar
A proposta de desdolarização das trocas comerciais é uma resposta direta à política imperialista norte-americana, que utiliza o dólar como ferramenta de chantagem econômica, como tenta fazer agora contra o Brasil.
Para o Brasil, a liderança de Lula no cenário internacional recoloca o país no centro das decisões estratégicas globais, ampliando mercados, fortalecendo alianças e buscando caminhos soberanos para o desenvolvimento econômico — com mais autonomia e menos submissão.
O recado está dado: os EUA não mandam mais no mundo
A tentativa de Trump de pressionar o Brasil será respondida com diplomacia firme, unidade dos BRICS e investimentos em soberania comercial, tecnológica e energética. Não aceitaremos mais o papel de colônia.
O Brasil não é vassalo. O Brasil é potência. E sob a liderança de um governo comprometido com a multipolaridade e com o povo, está pronto para escrever um novo capítulo na geopolítica mundial — sem bater continência para ninguém.

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