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A RESISTÊNCIA TAMBÉM SE ESCREVE

Decisão que derrubou o decreto do presidente Lula é criticada por ferir a Constituição. Bancada do PT na Câmara afirma: “Super-ricos, paguem a conta!”

Pela Redação | A Voz do Povo em Tela

A luta para que os super-ricos finalmente arquem com a conta da desigualdade está longe de acabar. Após a derrubada do decreto presidencial que ajustava as alíquotas do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras), a Advocacia-Geral da União (AGU) anunciou que vai recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF) para garantir a validade da medida assinada pelo presidente Lula.

Para a bancada do PT na Câmara dos Deputados, a decisão que barrou o decreto é um ataque frontal à Constituição Federal, que garante ao Poder Executivo a prerrogativa de alterar as alíquotas do IOF por meio de decreto — sem necessidade de aprovação do Congresso. “Isso não é uma opinião, é o que está na lei”, destacou a legenda nas redes sociais.

A medida barrada visava justamente aumentar a arrecadação sobre operações financeiras dos super-ricos, promovendo mais justiça tributária. Para muitos analistas, a decisão que anulou o decreto é resultado de pressões de setores privilegiados que resistem a qualquer tentativa de pagar sua justa parte de impostos.

“Respeitar a Constituição é defender a democracia”, afirmou a bancada petista, que declarou total apoio à decisão do presidente Lula de recorrer ao STF. O objetivo agora é que o Supremo barre essa manobra e restabeleça a legalidade, assegurando que cada Poder cumpra seu papel constitucional.

Enquanto isso, a população acompanha a disputa com um velho sentimento: os de cima nunca querem pagar a conta. Mas dessa vez, o jogo virou, e o governo federal mostrou que não vai recuar tão fácil.

🔴 Super-ricos, paguem a conta!
✊🏾 Resistir é defender a democracia.


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