Entre a omissão e a reconstrução, o PT precisa decidir seu rumo: seguir com quem esconde a estrela ou se reencontrar com a base que sustenta a luta popular.
Pela Redação | A Voz do Povo em Tela

A militância e a base do Partido dos Trabalhadores vivem hoje um dilema urgente: o que esperar de um presidente do PT que tem vergonha de dizer que é petista?
Em tempos de ataques sistemáticos à democracia, de criminalização da política popular e de fake news contra o legado do governo Lula, cresce a inquietação entre filiados e apoiadores: como confiar num dirigente que esconde a estrela vermelha, evita falar do partido nas redes sociais, só aparece de dois em dois anos — em época de eleição — e depois volta para a gaveta?
A pergunta que ecoa é direta: você votaria em alguém que se envergonha de suas origens e da sua história?
Enquanto isso, ganha força em todo o Brasil um movimento pela renovação verdadeira no PT — um chamado para retomar o diálogo com a classe trabalhadora, com as minorias historicamente excluídas, com a juventude que desapareceu das fileiras da militância petista nos últimos anos.
O partido precisa reencontrar o caminho das ruas, das escolas, dos bairros e das periferias. Um novo tempo exige coragem para afirmar: “Sim, eu sou do PT!” E mais do que isso: exige disposição para defender publicamente os feitos históricos dos governos Lula e Dilma — as conquistas sociais, os programas que mudaram a vida de milhões de brasileiros.
É hora de fazer política de verdade — com o povo e para o povo.
Com os trabalhadores, com os povos indígenas, com o movimento LGBTQIA+, com o povo negro, com as mulheres da base, com a juventude que ainda sonha com um país mais justo.
O PT precisa de mais do que gestores de gabinete.
Precisa de lideranças com coragem de mostrar a cara, vestir a camisa, carregar a bandeira e, acima de tudo, ouvir quem sempre sustentou essa luta: o povo brasileiro.

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