
Após anos de abandono, governo federal retoma obras estratégicas no principal corredor logístico do agronegócio mato-grossense.
Nos últimos seis anos, o Estado de Mato Grosso sofreu com a paralisação das obras na BR‑163, fruto do desgoverno e do descaso por parte do governo federal anterior, que negligenciou uma das rodovias mais importantes para o desenvolvimento do Centro-Oeste.
Com o retorno do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao comando do país, o cenário mudou. Por meio do Novo PAC e com o apoio do BNDES, Lula liberou R$ 5 bilhões para a ampliação da BR-163, com obras de duplicação da pista e construção de seis viadutos, um marco histórico para a infraestrutura logística da região.
Obras e investimentos
A intervenção ocorre no trecho entre o km 812 e o km 854 da BR-163/MT, totalizando 42,21 km de duplicação e adequações, beneficiando diretamente os municípios de Sinop e região. Além disso, já estão previstas:
- Duplicação de 444 km até 2029;
- Construção de 6 viadutos e uma nova ponte dupla em pontos críticos;
- Aporte de R$ 370 milhões do governo do Estado de Mato Grosso em parceria com o governo federal;
- Edital lançado para duplicar 80 km entre Nova Mutum e Lucas do Rio Verde, com investimento previsto de R$ 650 milhões.
Impacto direto para Mato Grosso
O investimento garantido pelo governo Lula transforma a realidade logística do Estado, reduzindo o tempo de viagem, prevenindo acidentes e aumentando a competitividade do agronegócio. A expectativa é de uma redução de 35% nos acidentes e criação de mais de 3.400 empregos diretos e indiretos com as obras.
Segundo o BNDES, a reestruturação da BR-163 vai diminuir em 20% o tempo de transporte de cargas, gerar economia para produtores e mais segurança para motoristas e famílias que trafegam diariamente pela rodovia.
Um novo tempo
O governo federal mostra, mais uma vez, que quando há vontade política e compromisso com o povo, as obras saem do papel. Mato Grosso, que por muito tempo ficou esquecido, volta a ser prioridade.
Com Lula, as obras andam.
Com Lula, o Brasil volta a crescer.

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